@media only screen and (max-width: 767px) {
.img-bgi-div {
height: 217px;
}
.img-bgi-div {
width: 100%;
background-color: black;
background-size: contain;
}
.img-bgi-div {
max-width: 100%;
}
.img-bgi-div {
background-position: center;
background-size: cover;
background-repeat: no-repeat;
}
}
@media only screen and (max-width: 767px) {
.img-wrapper {
margin-bottom: 5px;
}
.content-title {
margin-bottom: 10px;
}
}
A vereadora Michelly Alencar (UB) junto à Comissão de Ética e de Quebra de Decoro Parlamentar da Câmara de Cuiabá o afastamento da vereadora Edna Sampaio (PT) da Comissão de Direitos das Mulheres. Edna é investigada pela prática de uma suposta rachadinha com a ex-chefe de gabinete. Além da irregularidade, a vereadora também demitiu a ex-servidora, Laura Abreu, gestante.
O pedido de Michelly foi protocolado durante as oitivas da Comissão após Laura prestar depoimento aos membros da C.E ainda na quinta-feira (22). Na ocasião, Abreu afirmou que teria implorado para que não fosse desligada do gabinete da vereadora. Michelly declarou aos jornalistas de que a atitude de Edna fere a coerência dos trabalhos da Comissão da Mulher e por isso pede o afastamento.
“Assim que soubemos do caso da gestante que foi exonerada do cargo grávida, convocamos a vereadora para prestar depoimento dentro da Comissão de Direitos da Mulher em uma reunião bem acalorada, tensa, e lá a gente teve um depoimento contraditório ao que Laura falou. Aqui [na oitiva] pela fala da Laura, ficou comprovada de que ela foi exonerada gestante e de que não houve motivos a não ser este”, disse a vereadora.
O pedido de Michelly deve ser protocolado pela Mesa Diretora esta semana.
“Ora, tem-se por certo que, uma vez recebido o depoimento da senhora Laura Natasha Oliveira de Abreu, como presidente da Comissão de Direitos das Mulheres, a fim de manter a idoneidade, imparcialidade e coerência dos trabalhos realizados por esta Comissão Temática, faz se necessário o afastamento temporário da vereadora”, diz o ofício assinado pela parlamentar.
Edna Sampaio é acusada de praticar a rachadinha com a verba indenizatória de R$ 5 mil, paga para Laura Abreu, que pela lei é de uso individual da chefe de gabinete, cargo que ela ocupava.
A petista alegou que havia um “acordo” para que a V.I. de Laura fosse depositada em uma conta conjunta, em nome da parlamentar, para custear o “mandato coletivo” dela.
Fonte: Isso É Notícia