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Interventora diz que Câmara se baseia em fake-news para criar CPI

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A interventora da saúde, Danielle Carmona, criticou as movimentações intensas na Câmara de Vereadores de Cuiabá que resultaram em uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar compras realizadas pelo Gabinete de Intervenção, sob alegação de superfaturamento.

Carmona contou que desde o início presta conta para o legislativo municipal e não existem dúvidas sobre os débitos do gabinete, que está gerindo a saúde de Cuiabá desde março desse ano.

“O Gabinete tem dado transparência em nossas ações. Estamos combatendo essas fake-news, e o que solicitarem [de documentação] encaminharemos com muita tranquilidade. A CPI é fruto de fake news, porque as informações não procedem com os relatórios que nós temos” disse Carmona.

A interventora explica que toda movimentação financeira desenvolvida por sua equipe como licitação de medicamentos, contratação de prestadores de serviços e manutenções hospitalares são apresentadas aos órgãos de controle, que sempre aprovam as contas.

“Volto a repetir, toda as ações do gabinete de intervenção desde do dia 15 março [período que assumiu a saúde], vem sendo validadas por uma equipe de conformidades, onde constam Controladoria do Estado e auditores do Tribunal de Contas Estadual (TCE)”, finalizou Danielle.

A CPI montada na Câmara Municipal foi um pedido do vereador Sargento Vidal (MDB), para investigar pagamentos de R$ 126 milhões de forma indenizatória (sem contrato) e suposto sobrepreço na compra de insumos e medicamentos.

A análise da comissão deve ser feita em cima de 14 medicamentos, de um total de 300, comprados pela equipe suposto sobrepreço de R$ 538 mil. Esse valor teria causado um prejuízo aos cofres públicos do município. A expectativa é que nas próximas semanas alguns servidores da secretaria sejam convocados a prestar esclarecimentos na Casa Legislativa.

Fonte: Isso É Notícia

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