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“Futebol não se faz com conversa, se faz com dinheiro”, diz presidente do Cuiabá

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Em entrevista coletiva após o empate do Cuiabá por 2 a 2 com o Chapada, pelo Campeonato Mato-grossense, o presidente do clube, Cristiano Dresch, falou abertamente sobre o momento do Dourado e a reconstrução do elenco. O técnico Eduardo Barros não participou da coletiva deste sábado.

Questionado sobre críticas ao planejamento do Cuiabá, o mandatário foi enfático:

– Não está na hora ainda de falar em Série B. Nós temos que falar da reconstrução de um clube, da reconstrução de uma equipe, da saída de vários jogadores que já estavam com prazo de validade vencido no Cuiabá há muito tempo.

Sobre a composição do time, formado em grande parte por jovens da base, ele destacou a dificuldade e o mérito da equipe:

– Temos que falar da coragem de montar uma equipe praticamente sub-20 para jogar um Campeonato Estadual contra outras equipes que vêm jogar contra o Cuiabá como se fosse o final da Copa do Mundo. Tivemos o jogo contra o Sinop, acabamos perdendo e tivemos 35 finalizações, sete no alvo, sete ruins, por isso que a bola não entrou. Hoje a equipe já teve um comportamento muito melhor. Tivemos um domínio grande da partida. Infelizmente tomamos dois gols em falhas: uma falha lá do Nino (Paraíba), e outra em que deixamos o centroavante sozinho na marcação individual. Mas tivemos mérito muito grande de criar várias jogadas de gol.

Dresch reforçou que resultados imediatos não podem ser cobrados e que a prioridade é dar oportunidade à base:

Futebol não faz com conversa, não faz com promessas, não faz com cheque sem fundo, faz com dinheiro. Neste momento, é preciso valorizar os meninos da base, dar a oportunidade para jogar. Isso que estamos fazendo na Série B não tem como fazer. Tem como fazer no Estadual e é isso que a gente está fazendo. Estamos contratando, temos jogadores que ainda não estrearam, temos vários com pré-contrato assinado, jogadores que estão jogando no Campeonato Paulista, não estamos dormindo.

Sobre o trabalho do treinador Eduardo Barros e a evolução tática da equipe, ele foi enfático:

”A forma como o Cuiabá joga taticamente é excelente. Amassamos o Chapada, Sport Sinop, Operário VG e contra o Mixto teve um pouco mais de equilíbrio. Tem que ter paciência. O Cuiabá não foi construído do dia para a noite, foi com muito suor, trabalho. Tivemos nosso auge em 2023, na Série A, e normalmente quando você chega ao auge de um clube, a tendência é a decadência. Foi o que tivemos em 2024 e 2025. A retomada do Cuiabá passa pela mudança dos personagens dentro de campo”

Sobre patrocínios, o presidente explicou a saída do último patrocinador master do clube. O Cuiabá está há mais de um ano sem uma empresa estampando a parte principal da camisa auriverde.

– Foi uma perda financeira, mas é uma decisão estratégica dos donos do clube. Temos que parar de ficar viúvo de patrocinador, viúvo de atleta, vamos virar a página. O objetivo do clube é dar minutos para esses meninos, colocar eles em condições de chegar numa Copa do Brasil, numa Copa Verde, numa Série B com condições de jogar.

Dresch defendeu a metodologia de trabalho e reiterou confiança no treinador Eduardo Barros.

– O Cuiabá teve muito volume e com finalizações no alvo. Isso não é fácil. O trabalho que o Eduardo (Barros) está fazendo está sendo muito bom. Mantive ele acreditando num projeto de reconstrução. Os meninos ainda são crianças, precisam de oportunidade e tempo de maturação.

Fonte GE Esportes

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