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Caso Master: Haddad diz que não houve diálogo entre Fazenda e BC na gestão de Campos Neto

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira (29) que não houve diálogo entre o Banco Central (BC) e o Ministério da Fazenda na gestão do ex-presidente da autoridade monetária, Roberto Campos Neto.

O BC abriu um procedimento interno em novembro do ano passado para investigar eventuais falhas no processo de fiscalização e liquidação extrajudicial do banco de Daniel Vorcaro. Porém, a informação foi revelada somente nesta quinta, já que o processo está em sigilo no BC.

Apesar dos questionamentos das defesas de ex-gestores do banco investigado, de que a liquidação teria sido precipitada, a principal linha de trabalho da auditoria é a de que existiam elementos para a medida ter sido tomada antes, segundo o blog.

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Questionado sobre a questão nesta quinta, Haddad afirmou que não havia interlocução entre o ex-presidente do BC, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o governo Lula.

“Não houve dialogo do BC com Fazenda a não ser a partir da posse do [atual presidente, Gabriel] Galípolo. O Gabriel, logo que assumiu, percebeu o tamanho do ‘acabaxi’ que ele tinha, viu que a situação era muito grave, em poucos meses envolveu Ministério Público e Polícia Federal porque havia suspeitas de fraude em carteiras”, afirmou o ministro.

“E quando você detecta uma fraude, que envolveu o Banco de Brasília, o BRB, ai não tem muito como manter no interior do Banco Central o problema. Você não está falando de má gestão, você está falando de crime”, prosseguiu.

Haddad também foi questionado sobre um eventual encontro com Vorcaro, e disse que “sequer conhecia a imagem dele”.

“Sabia do problema do banco [Master], tinha uma disputa de narrativa acontecendo, alguns diziam que era uma grande instituição financeira que estava surgindo e isso estava incomodando a concorrência, e outros dizendo isso não é sustentável, vai estourar. Tinha uma disputa de narrativas, mas logo que o Gabriel assumiu essa questão se desfez, porque o Gabriel se debruçou sobre o assunto e logo percebeu o tamanho do problema”, disse.

A auditoria é um processo sigiloso e começou logo depois da liquidação do banco, no ano passado. A medida visa, principalmente, descobrir por que a área técnica demorou para detectar o aumento das operações de risco do Banco Master, segundo informações do blog Valdo Cruz.

– Esta reportagem está em atualização.

Fonte G1 Brasília

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