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O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou nesta quinta-feira (29) em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, que o mais provável é ter o aliado Tarcísio de Freitas (Republicanos) candidato à reeleição no governo de São Paulo, mas que uma candidatura presidencial ainda não pode ser descartada.
“A palavra nunca, a palavra jamais, são palavras que você deve evitar na política. Porque as circunstâncias mudam, os fatos novos surgem. Mas a avaliação que eu faço hoje é que o provável, mesmo, é que ele seja candidato à reeleição em São Paulo. Mas jamais eu vou usar a palavra nunca, é incompatível com a política”, disse o presidente do PSD.
Tarcísio visitou o aliado Jair Bolsonaro (PL) na Papudinha, na manhã desta quinta. Ao deixar a prisão em Brasília, reafirmou que deve tentar a reeleição e que irá apoiar a candidatura presidencial do filho do ex-presidente, Flávio Bolsonaro.
“A gente conversa sobre isso desde 2023, que meu interesse é ficar em São Paulo. Isso não tem controvérsia nenhuma, eu tenho uma linha de coerência. Tenho comprometimento com o estado de São Paulo. Sou grato”, afirmou Tarcísio.
Filiação de Caiado e três presidenciáveis
Na terça-feira (27), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou a filiação ao PSD de Kassab após deixar o União Brasil.
Com isso, o partido passou a ter três presidenciáveis: Caiado e os governadores do Paraná, Ratinho Júnior, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.
Kassab posou para foto com os três governadores em imagem divulgada nas redes sociais.
O movimento foi lido no meio político como uma tentativa de construir uma opção de voto no campo da direita em alternativa ao bolsonarismo. Além disso, pode embaralhar a formação de palanques para as disputas estaduais.
Kassab afirmou que a escolha do candidato do PSD à presidência não será feita com base em prévias nem terá pesquisas eleitorais como critério. Terá peso, disse ele, mas o partido vai considerar outros fatores.
“Nós temos o entendimento, e os três estão de acordo, de que haverá uma decisão política, conduzida pela direção do partido que ouvira as principais lideranças do país e tenho certeza absoluta que nós teremos uma solução que não haverá contestação. Ela será harmônica”, afirmou.
O presidente avalia que o candidato do PSD “vai receber quase que automaticamente no 2º turno os votos do Flávio Bolsonaro” caso concorra contra Lula (PT) e avance, depois do 1º turno, para uma disputa direta contra o petista.
Para Kassab, a entrada de Caiado no partido tem mais a ver com a impossibilidade de sua candidatura presidencial prosperar no União Brasil do que uma garantia de que ele será candidato no PSD.
“A vinda do Caiado tem vinculação ao seu partido, que com muita transparência lhe chamou e lhe comunicou que o projeto presidencial dele não teria nenhuma chance. No PSD é diferente,” disse. Ele terá chances. Ele não será, nem o Ratinho, nem o Eduardo Leite, será um dos três e eles preferem estar no mesmo partido para que o escolhido, contando com o apoio dos dois, tenha uma boa performance”, afirmou.
Ao Estúdio i, na quarta-feira (28), Caiado disse que é “certeza absoluta” que o partido terá um candidato à presidência e que, seja quem for escolhido, terá a colaboração dois outros dois e sua campanha — mas nenhum deles está garantido como vice.
Fonte G1 Brasília