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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta quarta-feira (4) que “alguns insistem em narrativas de disputas entre os poderes”, mas que as instituições estão unidas por propósitos e precisam ser defendidas “para que mentiras não pareçam verdades”.
O senador do Amapá deu a declaração dois dias depois de um discurso no Congresso, durante a abertura do ano legislativo, com indiretas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na última segunda-feira (2), durante pronunciamento, Alcolumbre defendeu a autonomia do Congresso e afirmou que a busca por harmonia entre os Poderes não significa abrir mão das prerrogativas do Legislativo.
Nesta quarta-feira, no Palácio do Planalto, Alcolumbre disse que as instituições estão “unidas, firmes e com coragem para enfrentar os desafios do Brasil”.
O parlamentar deu as declarações durante cerimônia de lançamento de um pacto dos Poderes contra o feminicídio, que contou com as presenças dos presidentes da República, Lula; da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB); e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin.
“Alguns insistem em criar narrativas de disputa entre os Poderes, mas quero reafirmar: as instituições brasileiras estão unidas em propósitos como este [do enfrentamento ao feminicídio], a defesa das instituições carece ser propagada, propalada para que mentiras não pareçam verdade”, afirmou Alcolumbre.
“As mentiras em um certo momento se transformaram em verdade, esse ato, proposto pela primeira-dama Janja da Silva e abraçado por todos, é uma demonstração que as instituições precisam estar unidas porque os problemas do mundo real não nos permitirão tirar o foco do que é principal para o Brasil”, completou o presidente do Senado.
Atritos
No último ano, governo e Congresso viveram atritos motivados por interesses opostos. O governo, por exemplo, defende regras mais rígidas para pagamentos de emendas parlamentares.
Alcolumbre, por sua vez, deixou claro que não apoia o nome indicado por Lula para o Supremo Tribunal Federal, o atual advogado-geral da União, Jorge Messias. Indicado por Lula em novembro, Messias ainda não foi sabatinado pelo Senado.
Fonte G1 Brasília