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Aliados de Lula divergem sobre impactos de desfile com ‘famílias em conserva’ na Sapucaí

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O desfile da Acadêmicos de Niterói, escola que homenageou Lula no carnaval do Rio e foi rebaixada, expõe uma divisão que existe no entorno do presidente.

Uma ala mais pragmática lamenta o desfecho da história, fala em ?trabalho jogado fora? na relação com os evangélicos e conclui que o enredo sobre Lula foi um tiro no pé.

Outra, mais combativa, diz que esses pragmáticos estão fazendo tempestade em copo d?água e espalhando uma visão catastrofista sobre o que aconteceu.

Para essa turma, o desfile como um todo e a ala com a fantasia ?neoconservadores em conserva? ? que virou alvo de lideranças evangélicas e da direita ? não tiram votos de Lula, candidato à reeleição. Segundo eles, a direita segue a estratégia de sempre: usar a religião para desgastar o PT.

Em uma rede social, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, fez um post com uma imagem do desfile e escreveu: “Quem ataca a família não merece aplauso”.

No governo, auxiliares de Lula minimizam o rebaixamento, com o argumento de que era algo já esperado por ser uma escola novata, sem estrutura e tradição. Afirmam também que isso mostra como não houve qualquer influência do governo no desfile para tirar proveito eleitoral.

O ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, afirmou que não houve qualquer tentativa de interferência do Planalto no desfile, nem nas escolhas da agremiação, que levou para a avenida um palhaço gigante preso para representar Bolsonaro.

O ministro nega que tenha havido algum debate para pedir à escola que retirasse elementos do enredo.

Nos bastidores, a informação é que a ideia de ir à Sapucaí ver o desfile foi do próprio Lula, que chorou ao receber os integrantes da Niterói no Planalto, no ano passado.

Segundo relatos, o presidente ficou particularmente emocionado com o fato de o samba-enredo ter a sua mãe, Dona Lindu, como uma espécie de narradora da história de Lula e seus irmãos.

Fonte G1 Brasília

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