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Na semana em que o STF analisa decisão que limitou ‘penduricalhos’, entidades se reúnem com ministro Flávio Dino

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Representantes de juízes e integrantes do Ministério Público, dos tribunais de contas e do Legislativo se reuniram nesta segunda-feira (23) com o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), para defender ajustes na decisão que restringiu o pagamento dos chamados penduricalhos.

? A expressão ‘penduricalho’ é utilizada para se referir a verbas indenizatórias, gratificações e auxílios que são somados aos salários de servidores públicos. Essas gratificações servem para compensar gastos relacionados ao exercício da função ou ressarcir direitos não usufruídos.

Julgamento STF

Na quarta-feira (25), o plenário do STF deve decidir se mantém ou não as deliberações de Dino sobre o assunto. Desde a primeira decisão, várias entidades acionaram o Supremo, pedindo para participar do debate na Corte e recorreram das restrições determinadas pelo ministro.

?Os penduricalhos, tema central da discussão desta semana no STF, podem elevar os ganhos acima do teto do funcionalismo, que é o limite máximo de remuneração que servidores e agentes públicos podem receber no Brasil. Previsto na Constituição, ele estabelece que nenhum salário pago pelo poder público pode ultrapassar o valor recebido pelos ministros do Supremo, que é de R$ 46.366,19.

Salários defasados

Na reunião, que durou mais de duas horas, nove entidades alegaram, entre outros pontos, que os salários estão defasados e que alguns penduricalhos podem ser legalizados.

Outro ponto levantado é que, no caso do Judiciário e do Ministério Público, há regras já estipuladas pelo Conselho Nacional de Justiça e pelo Conselho Nacional do Ministério Público, que, na avaliação das entidades que estiveram com Dino, controlam e dificultam pagamentos irregulares.

Fonte G1 Brasília

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