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PGR se defende de crítica de Mendonça em ordem de prisão de Vorcaro: sem ‘opção de ser imponderado’

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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu nesta sexta-feira (6) a sua atuação nas investigações da fraude bilionária do Banco Master e disse que a análise de casos criminais pelo Ministério Público não pode ser considerada “uma formalidade vazia de importância”. Segundo Gonet, não cabe à Procuradoria atuar de forma imponderada.

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Na manifestação, Gonet afirmou que “os fatos ? mesmo os mais graves ? não podem deixar, por exemplo, de ser situados no tempo, até mesmo para que os pressupostos das medidas requeridas sejam avaliados em boa técnica”.

O procurador-geral disse ainda que “a gravidade do delito, como ensina a boa jurisprudência do STF, não basta em si para justificar toda e qualquer medida cautelar”.

Sicário

Ele é apontado como um dos homens contratos por Vorcaro para monitorar e atacar adversários.

“O impacto de certas providências cautelares de ordem penal sobre valores fundamentais pode ser exemplificado no evento fúnebre ocorrido durante a operação realizada”, diz o ministro.

Fonte G1 Brasília

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