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Agência Moody’s muda perspectiva da nota de crédito do Brasil para ‘positiva’, diz governo

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A agência de classificação de riscos Moody’s mudou para positiva a perspectiva da nota de crédito do Brasil.

A informação foi divulgada nesta quarta-feira (1º) pela Secretaria do Tesouro Nacional. O g1 tenta confirmar a mudança com a própria agência, que não divulgou a alteração e nem os motivos da nova análise.

O “rating” atual do Brasil na classificação da Moody’s é Ba2 ? o que coloca o país no chamado “grau especulativo”, indicando um risco maior para investimentos estrangeiros.

Ao indicar um viés positivo na análise, a Moody’s sinaliza que pode elevar a nota de crédito no futuro.

O Brasil está atualmente a “dois degraus” do chamado grau de investimento, que indica aos investidores estrangeiros os locais mais seguros para aplicar o dinheiro.

O país chegou receber o grau de investimento da Moody’s entre 2009 e 2015, mas vem se mantendo na nota de crédito Ba2 desde então.

“O Ministério da Fazenda reafirma o compromisso do país com uma trajetória sustentável para as contas públicas, combinando esforços para melhorar a arrecadação e para conter a dinâmica das despesas”, diz a nota divulgada pelo governo.

“O melhor balanço fiscal do governo levará à redução das taxas de juros e à melhoria das condições de crédito. Desta forma, serão criadas as condições para a ampliação dos investimentos públicos e privados e a geração de empregos, aumento da renda e maior eficiência econômica, elementos essenciais para o desenvolvimento econômico e social do Brasil”, prossegue o ministério.

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Grau especulativo

Além da Moody’s, há outras duas agências principais de classificação de risco que concedem (ou não) o chamado grau de investimento às economias globais: a S&P Global Ratings e a Fitch.

As três firmas adotaram trajetórias semelhantes ao avaliar a segurança para investir no Brasil nos últimos anos.

S&P e Fitch concederam o grau de investimento ao Brasil um ano antes da Moody’s, em 2008 ? e também retiraram o grau um ano antes, em 2014.

Em ambas, o Brasil está a “três degraus” de retomar o grau de investimento.

Fonte G1 Brasília

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