A deputada federal Amália Barros (PL-MT).
@media only screen and (max-width: 767px) {
.img-bgi-div {
height: 240px;
}
.img-bgi-div {
width: 100%;
background-color: black;
background-size: contain;
}
.img-bgi-div {
max-width: 100%;
}
.img-bgi-div {
background-position: center;
background-size: cover;
background-repeat: no-repeat;
}
}
@media only screen and (max-width: 767px) {
.img-wrapper {
margin-bottom: 5px;
}
.content-title {
margin-bottom: 10px;
}
}
A volta do julgamento que pode descriminalizar o uso de drogas para consumo próprio fez a deputada federal por Mato Grosso, Amália Barros (PL), se manifestar contrariamente a possível liberação pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Para a parlamentar, a decisão da Corte poderá “destruir famílias e abrir as portas para o crime”
Por meio de um vídeo gravado pela parlamentar e publicada em suas redes socias, Amália afirma que: “O Poder Judiciário toma decisões preocupantes que podem afetar diretamente a família e que uma eventual liberação das drogas, é um caminho sem volta”.
“Além dos retrocessos do Governo Lula, temos vistos decisões preocupantes sendo tomadas pelo Poder Judiciário que afetam a nossa vida e a nossa família. O STF deve decidir se o porte drogas para uso pessoal deve ser um crime, ou não. Mas a gente sabe que as drogas têm um potencial enorme para destruir famílias e abrir as portas para o crime”, disse Amália na gravação.
O Supremo voltou a julgar a pauta da descriminalização do uso pessoal da droga após oito anos de inércia. O julgamento foi iniciado em 23 de junho, mas foi novamente paralisado e adiado para 2 de agosto.
Ao retomar o julgamento, o placar ficou em 4 a 0 favorável à descriminalização. Agora resta saber a posição de outros sete ministros da corte. Nesta quarta, Gilmar Mendes decidiu pela interrupção do julgamento, em busca de um consenso, mas prometeu que a ação retornaria à pauta em algumas semanas.
Fonte: Isso É Notícia