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Apoio de prefeitos a governadores em MT não representaram vitória nas urnas; relembre

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Com a proximidade do prazo das convenções partidárias, o governador Mauro Mendes (União Brasil) passa a deixar clara sua intenção em concorrer à reeleição.

A movimentação é, de certa forma esperada, especialmente, após o crescimento de uma frente em torno do nome do ex-prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz (MDB), liderando um grupo de oposição à atual gestão e que tem assustado o grupo do governador.

Para tentar mostrar força, Mendes participou de um ato político na noite de terça-feira (12). Em seu discurso, disse contar com o apoio de 140 dos 141 prefeitos do estado. O número, por si só, já é no mínimo curioso, tendo em vista que, pelas contas de Mendes, apenas Emanuel Pinheiro (MDB) não estaria na defesa da reeleição.

Apesar de se gabar diante dos [contestados] números, Mendes pode ser surpreendido como outros nomes que nos últimos anos concorreram ao Paiaguás e que, mesmo com o propagado apoio dos gestores municipais, acabaram saindo derrotados das urnas.

É o caso, por exemplo, de Júlio Campos – à época no PFL – que se juntou a Carlos Bezerra, do MDB, e mesmo com apoio de maioria absoluta dos prefeitos mato-grossenses perdeu as eleições para Dante de Oliveira.
Mais recente, já em 2002, situação semelhante ocorreu com Antero Paes de Barros. Com maioria esmagadora de prefeitos lhe apoiando, ficou com apenas 29,47% dos votos, atrás de Blairo Maggi, eleito por 50,68%.

O histórico em Mato Grosso demonstra que prefeitos pouco – ou quase nada – influenciam nas disputas ao Governo, sendo este um voto mais conceitual e do eleitor.

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