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Caso das joias: PF acha novos ‘elementos importantes’ em celulares de advogado Wassef

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A Polícia Federal encontrou informações relevantes no celular de Frederick Wassef, ex-advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro. Esses novos elementos devem, inclusive, atrasar a conclusão do inquérito ? prevista inicialmente para esta semana.

Segundo investigadores confirmaram ao blog, policiais estão destrinchando infomações dos aparelhos celulares de Wassef ? os dados levam a novas conversas e corroboram outros achados da investigação sobre as joias.

Wassef é personagem importante no inquérito das joias porque, segundo a PF, ele participou da “operação de resgate” dos kits que tinham sido negociados no exterior e tiveram de ser recuperados para a entrega às autoridades.

O advogado teria agido em conjunto com o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Barbosa Cid ? hoje delator.

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Relembre o ‘resgate’ das joias

O relatório da Polícia Federal na investigação sobre a venda ilegal de presentes oficiais dados à Presidência da República mostra que os dois buscaram joias que já tinham sido até vendidas para trazer de volta ao país, motivados por uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU).

Em março do ano passado, o TCU definiu prazo de cinco dias úteis para que Bolsonaro entregasse ao tribunal um kit com joias suíças da marca Chopard, em ouro branco, recebidas como presente do governo da Arábia Saudita em viagem oficial de 2019.

A entrega ao TCU era necessária porque itens de alto valor recebidos como presente oficial devem integrar o acervo da Presidência da República, ou seja, não são de titularidade do presidente que recebe.

Esses itens, segundo a investigação, já tinham sido vendidos em duas lojas diferentes nos Estados Unidos.

Segundo a PF, a “operação de resgate” foi dividida em duas etapas:

  • o relógio Rolex Day-Date, vendido para a empresa Precision Watches, foi recuperado por Frederick Wassef em 14 de março, véspera da decisão do TCU, e “repatriado” em 29 de março;
  • o restante das joias foi recuperado por Mauro Barbosa Cid em 27 de março, em uma loja em Miami.

Ainda segundo a PF, as duas partes do kit foram entregues a Osmar Crivelatti, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e tenente do Exército. Crivelatti também foi alvo da operação desta sexta-feira (11).

O kit foi entregue pela defesa de Jair Bolsonaro em uma agência bancária em Brasília, no dia 4 de abril.

Fonte G1 Brasília

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