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Ciro no g1 – Trecho: ‘É um truque eleitoreiro criminoso’, diz candidato sobre proposta de Bolsonaro para conter alta do combustível

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O candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) chamou de “truque eleitoreiro criminoso” a proposta do governo federal de reduzir o ICMS dos estados para tentar conter alta do preço dos combustíveis.

?É um truque eleitoreiro criminoso. Isso que eu estou lhe dizendo?, disse. ?Bolsonaro está propondo tirar dinheiro da saúde e da educação para financiar o lucro exorbitante do acionista minoritário [da Petrobras]. Essa é a canalhice. E não é para resolver o problema, é pra atravessar o período eleitoral?, disse sobre a proposta enviada pelo Executivo ao Congresso.

Ele disse que os estados em situação financeira ruim vão ter que subsidiar a proposta.

Ciro criticou o alto lucro obtido hoje por 60% dos acionistas minoritários da Petrobras e afirmou que a empresa lucra 38%, enquanto no resto do mundo, segundo ele, o lucro de petroleiras fica na faixa de 7%.

O candidato disse que proporá para Petrobras uma política que não se limite à de preços, mas dentro de uma política de energia de mais rentabilidade com as melhores práticas internacionais, de modo que se chegue aos 7% de lucro.

Ele também informou que, caso seja eleito, em seu primeiro dia de mandato, publicará um edital para revogar a política de preços de paridade de importação e implantar a política de paridade de exportação. Além disso, um segundo edital deverá anunciar o interesse do governo em comprar ações de minoritários até o limite de integralizar 60% do capital da Petrobras.

O pedetista deu a declaração nesta segunda-feira (13), na primeira da série de entrevistas comandada por Renata Lo Prete, apresentadora do podcast ?O Assunto?, com pré-candidatos à Presidência da República. A conversa foi transmitida ao vivo direto do estúdio do g1, em São Paulo.

Os próximos entrevistados serão Simone Tebet (MDB), em 20 de junho, às 15h; e André Janones (Avante), em 11 de julho, também às 15h. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) também foram convidados, mas não confirmaram presença até 3 de junho, prazo estipulado em reunião de 31 de maio com representantes dos partidos na qual foram informadas regras e datas para a realização da série.

Todas as entrevistas ficarão disponíveis na íntegra, em vídeo e em áudio, como episódio especial de “O Assunto”. O g1 convidou para as entrevistas os cinco primeiros colocados na pesquisa Datafolha divulgada em 26 de maio.

Fonte G1 Brasília

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