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Copa 10 anos: conexão “Cuiabá-Santiago” ultrapassa futebol e vira história de amor entre casal

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Um sonho de Copa do Mundo que se transformou em uma grande história de amor. Assim pode ser resumido o surgimento da família Almeida Villagra, fruto da conexão entre Cuiabá e Santiago dez anos atrás.

O chileno Patrick Villagra veio à capital mato-grossense para acompanhar a estreia do Chile contra a Austrália, na Arena Pantanal. Acompanhado de familiares, buscava um local para se hospedar e, no aeroporto, teve o primeiro contato com Bárbara Almeida.

– Eles sentaram do lado de uma colega de trabalho no voo que eu estava. Ela falou que iria apresentá-los a mim, porque eu morava sozinha. Não tinha mais vaga em alojamento nem hotel. Falei que poderiam ficar em casa, não tinha problema. Não aconselho ninguém a fazer, mas eles passavam muita confiança – contou ela.

A mãe de Bárbara, Marcela Jesus, não se contrariou à ideia. Mal sabia que a partir dali nasceria um sentimento e, mais que isso, ganharia um genro.

– Eu já tinha ouvido todo mundo falar que hospedaria um estrangeiro, e se todo mundo falava que não tinha perigo, disse que, se não teve até agora, não vai ser na sua casa que vai ter. Eu fui buscar ela e os quatro no aeroporto. Era só festa.

Do sonho ao amor

Como um bom apaixonado por futebol, Patrick almejava assistir a um jogo de Copa do Mundo. Conseguiu em 2014, sem nem imaginar que se apaixonaria. E guarda consigo as lembranças daqueles momentos marcantes.

– Desde pequeno tinha sonho de ver um jogo de Copa do Mundo e nada melhor que ir a um lugar mais próximo, um país da América do Sul, era economicamente possível. Teve a partida no Maracanã, contra a Espanha, o Chile ganhou de 2 a 0, em São Paulo também (contra a Holanda). Finalmente realizei meu sonho.

Por obra do destino, o casal teve mais tempo para se conhecer após imprevisto com as passagens de Patrick ao Chile. Em campo, Brasil e Chile se enfrentaram nas quartas de final daquele Mundial – melhor para a seleção brasileira, que venceu nos pênaltis e avançou. Fora dele, a paixão floresceu.

– Chegamos a nos questionar se o relacionamento ia resistir. Depois um ano e sete meses, ele disse: “se quiser continuar e construir uma família, vem pra Santiago”.

Este amor de Copa gerou as pequenas Mariana, de sete anos, e Valentina, com dois. E lá se vão dez anos de um amor semeado no maior evento de futebol do planeta, responsável por unir povos e criar laços inimagináveis.

Fonte GE Esportes

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