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Defesa de Lessa pede a Moraes para reconsiderar ordem sobre monitoramento de conversas do preso com advogados

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A defesa do ex-policial militar Ronnie Lessa pediu nesta sexta-feira (5) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconsidere a decisão que determinou o monitoramento das conversas do preso com seus advogados.

Ronnie Lessa está preso em Tremembé, no interior de São Paulo, pelos assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes em 2018.

Em junho, Moraes determinou à Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo que mantenha o monitoramento de conversas, verbais e escritas, de Ronnie Lessa com familiares e advogados no presídio.

No recurso, a defesa de Lessa diz que a conversa do cliente com os advogados é uma condição essencial para o exercício amplo do direito de defesa.

“Importante ressaltar ainda que não há em face deste signatário [o advogado] qualquer indício de autoria ou participação em infrações penais, o que poderia justificar o monitoramento das conversas no parlatório”, afirma a defesa de Ronnie Lessa.

“A decisão merece reparo quanto à determinação de monitoramento de áudio e vídeo entre o corréu colaborador e este signatário, a fim de assegurar o exercício da ampla defesa”, completa o advogado.

Lessa fechou acordo de delação premiada com a Polícia Federal, com a Procuradoria-Geral da República e com o Ministério Público do Rio. A colaboração foi homologada pelo STF.

Nos depoimentos, disse que os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão foram os mandantes do crime, que contou com a participação do ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa.

Fonte G1 Brasília

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