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“É preciso mais ação por parte do Congresso; os agressores precisam temer as leis”, diz Virginia

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VIRGINIA MENDES

 

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, afirmou em entrevista à que a principal ferramenta para combater a violência contra mulheres e crimes de feminicídio, são penas rigorosas aos agressores.

“Para isso, precisamos que o Congresso Nacional tome uma atitude urgente. Não adianta prender o agressor e soltar dias depois, ou, com uma pena que não seja específica para o crime de violência doméstica e feminicídio. A raiz da morte de muitas mulheres por feminicídio está no começo das agressões.”

Virginia defendeu que além da vítima denunciar e ser protegida por medida protetiva, é preciso que o agressor seja duramente penalizado.

“Aqui em nosso Estado temos programas de proteção às vítimas, temos a Delegacia da Mulher, a Patrulha Maria da Penha, e projetei o programa SER Família Mulher gerenciado pela Setasc com auxílio moradia de R$ 600, para que as vítimas sejam amparadas financeiramente num recomeço de suas vidas. Porém, é preciso mais ação por parte do Congresso; os agressores precisam temer as leis. Não é o número de delegacias ou de programas sociais que vencerá essa batalha, mas uma união de esforços entre os legisladores e a sociedade civil.”

A primeira-dama reforça que Mato Grosso, hoje, tem uma rede especializada de atendimento às mulheres vítimas de violência. “Um dos desafios que tivemos no início do primeiro mandato do governador Mauro Mendes foi a implantação da Delegacia da Mulher. Graças ao apoio da atual vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Maria Erotides Kneip, que teve toda paciência para nos orientar, conseguimos instalar a Delegacia da Mulher. Nós conseguimos implantar no Estado o programa SER Família Mulher, conforme citei anteriormente, que foi um grande avanço e serviu de modelo nacional para a aprovação da Lei Federal do Auxílio Aluguel”.

Virginia cita ainda a criação de um grupo de trabalho para traçar um plano de ação para intensificar e agilizar as investigações dos casos de violência contra a mulher, os casos de feminicídio e homicídios de mulheres. “Vamos trabalhar de maneira incansável para alcançar a solução e amparar as vítimas”, completou.

Fonte: Isso É Notícia

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