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Eleições 2026: trio do PSD diz que mira votos da centro-direita, e pesquisa mostra Flávio Bolsonaro em vantagem

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Com três governadores colocados como potenciais presidenciáveis, o PSD tenta se posicionar como alternativa para o eleitorado de direita não alinhado ao bolsonarismo, segmento que ainda concentra suas preferências majoritariamente em Flávio Bolsonaro (PL), segundo cenários da pesquisa Quaest mais recente, divulgada em 14 de janeiro.

Nesta semana, o partido de Gilberto Kassab ampliou o leque de possíveis pré-candidatos com a filiação do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. O PSD já contava com Ratinho Júnior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e prevê anunciar o escolhido em abril.

O movimento é apontado como o mais relevante no campo da direita desde o anúncio da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) como o escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para enfrentar Lula (PT), que tentará a reeleição.

No meio político, a articulação é lida também como uma tentativa de construir uma alternativa ao bolsonarismo, num cenário em que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), já afirmou que não será candidato à Presidência e disputará a reeleição. Tarcísio tem dito que estará no palanque de Flávio, inclusive.

Caiado, Ratinho e Leite afirmaram em entrevistas recentes que o candidato do PSD deve buscar o voto do eleitor de centro-direita para superar Flávio Bolsonaro e ir para o segundo turno com Lula.

Pesquisa mostra cenário favorável a Flávio na direita

Na pesquisa Quaest de janeiro, que ouviu 2.004 pessoas, 21% dos entrevistados declararam ser da direita não bolsonarista e 12% afirmaram ser bolsonaristas. São 33% no total.

Do outro lado do espectro político, há 19% de lulistas e 14% da esquerda não lulista, o que também dá 33%. No meio, 32% se consideram independentes, grupo que pode pender para um dos lados a depender do cenário.

A pouco mais de oito meses do primeiro turno, o que a pesquisa mostra é que Flávio detém a maior parte do apoio na direita no momento, incluindo a parcela não bolsonarista.

No cenário que coloca Lula, Flávio e Ratinho na disputa do primeiro turno, o senador do PL detém 59% das intenções de voto na direita não bolsonarista, contra 16% de Ratinho, e 82% no segmento bolsonarista, contra apenas 7% de Ratinho.

Entre os independentes, Lula tem 25%, contra 17% de Flávio e 14% de Ratinho. Há ainda nesse grupo 25% dizendo que podem votar em branco ou anular, e 13% de indecisos.

Em outra simulação, com Lula, Flávio e Caiado, o senador do PL fica com 67% das intenções de voto da direita não bolsonarista, contra 7% de Caiado. Entre os bolsonaristas, Flávio marca 84% e o governador de Goiás, 3%.

Na disputa pelo voto dos independentes, Lula tem 25%, contra 19% de Flávio e 7% de Caiado. Brancos e nulos somam 27%, e 15% se declararam indecisos.

Nessa pesquisa de janeiro, Caiado ainda era apresentado como possível candidato pelo União Brasil, seu ex-partido.

Considerando o total de entrevistados, de todos os espectros políticos, a pesquisa mostra Lula à frente em todos os cenários de primeiro turno e Flávio consolidado na segunda posição. Nas simulações de segundo turno, Lula também está à frente, e quem chega mais perto do presidente é Tarcísio: 45% a 38%.

Candidatos de centro-direita

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Em entrevistas na quarta-feira (28) ao Estúdio i, da GloboNews, os três governadores afirmaram que buscam posicionar o PSD como uma alternativa viável no campo da centro-direita.

Ronaldo Caiado disse que lançar vários candidatos de oposição no 1º turno é a melhor estratégia para derrotar Lula.

“É a estratégia correta, mais inteligente que se tem”, disse Caiado. “Nós temos uma frente da centro-direita que vai disputar essa vaga e vai ser um candidato que vai sair pelo PSD, o [Romeu] Zema [governador de Minas Gerais] e o Flávio [Bolsonaro]”.

Eduardo Leite defendeu que o candidato que será escolhido pelo PSD deverá representar uma direita reformista, democrática e liberal, respeitando a diversidade do país.

“O país precisa encontrar novas opções do centro para a direita, é nisso que eu acredito”, disse. “Aquela candidatura que emergir vai sair muito mais fortalecida para representar o campo de uma direita reformista, democrática, com pensamento liberal e que respeite as diferenças”.

Decisão sobre quem será o candidato a presidência pelo PSD será em abril, diz Ratinho Jr.

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Já Ratinho Jr. criticou a polarização entre lulismo e bolsonarismo, dizendo que esse embate impede avanços concretos para a população.

“Nós temos é buscado construir um projeto de um novo Brasil que saia dessa discussão menor e partidária”, afirmou Ratinho. “Esse fla-flu político não tem trazido o benefício para Dona Maria para o seu zé não tem melhorado a vida dessas pessoas”.

‘Pesquisa não será critério’

Nunca e jamais são palavras que você deve evitar na política, diz Kassab sobre Tarcísio

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Também em entrevista ao Estúdio i, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que a escolha do candidato do partido à Presidência da República em 2026 não será definida apenas pelas pesquisas de intenção de voto.

Ele disse que existe a possibilidade de um pré-candidato pior posicionado nas sondagens ser escolhido em detrimento de quem estiver à frente.

“Tem essa possibilidade”, disse Kassab. “Significa que será um conjunto de fatores que serão analisados. A pesquisa do momento também é importante, evidente, mas quando você fala que é uma solução política, envolverá uma série de outros fatores, perspectivas, relacionamento.”

Fonte G1 Brasília

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