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Em meio às especulações sobre o novo ministro da Justiça, Dino pode ficar no cargo até a sabatina no Senado

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Em meio às especulações já em curso sobre o nome do futuro ministro da Justiça, Flávio Dino pode ficar no cargo até a sua sabatina no Senado, que deve ocorrer no final da primeira quinzena de dezembro.

Dino foi indicado nesta segunda-feira (27) pelo presidente Lula para a vaga que estava aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) desde a aposentadoria da ministra Rosa Weber.

Segundo assessores do presidente Lula, Dino não vai deixar o Ministério da Justiça imediatamente. Vai aguardar, pelo menos, a volta da viagem oficial que Lula faz ao exterior. O presidente deve retornar só nos primeiros dias de dezembro.

Nesse período, Lula vai conversar com aliados para definir o futuro do ministério. Flavio Dino foi orientado pelo chefe a seguir implementando as políticas adotadas recentemente pela sua equipe, principalmente na área da segurança pública.

“Não haverá interino”, disse um auxiliar de Lula, explicando que o ministro da Justiça não deixa o posto agora, somente depois.

Nessa fase, Dino também terá de ter encontros no Senado com senadores para apresentar seus planos para o STF e conseguir a aprovação.

Lula já orientou seus líderes e ministros palacianos a trabalharem pela aprovação do nome de Flavio Dino, nome de sua confiança para ocupar a segunda vaga aberta durante o terceiro mandato do petista.

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Corrida pelo ministério

Preterido na escolha do novo ministro do STF, os petistas ficaram insatisfeitos com a indicação de Dino. Defendiam o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, e agora vão trabalhar para ganhar o comando do Ministério da Justiça.

Entre petistas, os nomes citados são o do advogado Marco Aurélio de Carvalho, o do ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Vinicius Marques, e do ministro da AGU, Jorge Messias.

Há uma possibilidade de a escolhida ser a ministra Simone Tebet. Flavio Dino vinha defendendo em público e em conversas com Lula que estava na hora de o Ministério da Justiça ser comandado por uma mulher. Em seus 201 anos, a pasta sempre foi chefiada por homens.

Além disso, o MDB já comandou a área em outros governos, inclusive do petista, e poderia voltar à Justiça. Outro fator que pode pesar é o fato de a legenda ter onze senadores e ter peso na votação do futuro ministro do STF.

Fonte G1 Brasília

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