O dia da família Yamamura começa cedo. Às 5h o grupo já está reunido para iniciar os treinamentos físicos. Acelerar tem sido sinônimo de alegria, satisfação e união entre eles. Com a Corrida de Reis cada vez mais próxima, a preparação foi intensificada para estrear na prova.
Exemplo para os filhos, Keiko Yamamura já praticou várias modalidades esportivas. Atualmente, se dedica às corridas para manter hábitos saudáveis.
– Eu não corria, só praticava vôlei e basquete. Mas com a perda da minha mãe eu resolvi começar a correr para dar uma aliviada na ansiedade e depressão.
O filho Leonardo destaca que a mãe serviu como fonte de inspiração para dar o pontapé inicial nos treinamentos.
– Justamente pela influência de ver ela sempre acordando muito cedo para correr entre cinco e dez quilômetros. Eu não acompanhava ela, mas com esse clima de transição do ano, renovações e metas, eu resolvi começar a fazer os treinamentos com o objetivo de participar da Corrida de Reis.
A sinergia entre a dona Keiko e o esporte também contagia quem entrou para a família, conforme explica o genro Felipe Albuquerque.
– A dona Keiko sempre foi uma inspiração quando o assunto é atividade física. E agora estamos correndo juntos. A gente já correu juntos algumas vezes em outras competições, sempre que tem alguma corrida de rua a gente tenta estar juntos.
A união familiar passou a ser definida por uma expressão em japonês.
– Chama-se ?ganbatte?, que quer dizer boa sorte em japonês. Faça o seu melhor, que é mais para dar um gás durante a corrida – conta Leonardo Yamamura.
No dia 15 de janeiro a expressão vai fazer mais sentido para eles. Será a primeira vez em que a família Yamamura vai superar os 10 km da Corrida de Reis. E se depender da disposição deles, a 38ª edição será apenas o início de uma história na prova.
Fonte GE Esportes