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O secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União Brasil), detonou o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) na manhã dessa quarta-feira (14), após a deflagração da a 18ª operação policial na pasta da Saúde, para apurar o desvio de recursos públicos da Prefeitura de Cuiabá. Garcia afirmou que é revoltante a administração pública ser envolvida em escândalos de corrupção e que tais atos apenas comprovam a ineficiência da gestão e entristece o povo, que o elegeu.
Fabio ainda lembra que em apenas seis anos dos períodos que Emanuel dirige a Prefeitura de Cuiabá, aconteceram 18 operações e 14 delas na pasta de Saúde, e por isso mostra a importância da intervenção estadual na pasta após pedido judicial.
“A gente começa o dia revoltado e triste com essa notícia. Chegamos à impressionante marca de 18 operações policiais, sendo 14 apenas relacionadas à pasta da Saúde, algo que nunca se viu em lugar nenhum do mundo. Fica cada vez mais claro que o péssimo serviço prestado à população, que motivou inclusive a decretação da intervenção por parte da Justiça, é reflexo do desvio do dinheiro público”, destacou Garcia.
Para o secretário, não é apenas na saúde que Cuiabá padece, áreas como infraestrutura, pavimentação e serviços urbanos estão completamente abandonadas pela administração e que a mesma chega estar incapacitada de resolver os problemas que a capital enfrenta.
“É nítido que Cuiabá está abandonada pela prefeitura. As ruas estão esburacadas e nós nem chegamos no período de chuvas, sujas, os canteiros e jardins mal cuidados, enfim, é problema para todo o lado. A junção da corrupção com a má gestão destrói qualquer lugar”.
OPERAÇÃO
Nesta quarta-feira (04), a Polícia Federal deflagou a Operação Iterum, visando desarticular quadrilha investigada pelo desvio de R$ 13 milhões em recursos públicos federais destinados à saúde do município, a 18ª operação policial para apurar a suposta prática de crimes apenas na gestão Pinheiro.
Na Operação Iterum, os agentes da Polícia Federal cumpriram nove mandados de busca e apreensão. Os alvos são investigados pelos crimes de corrupção, lavagem de capitais e fraude ao caráter competitivo de licitação. Segundo a PF, foram detectadas incongruências e graves irregularidades na execução de contrato de serviços de tecnologia, mantido pelo município entre os anos de 2017 e 2022. As análises realizadas não encontraram evidências da efetiva prestação dos serviços contratados.
Fonte: Isso É Notícia