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O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), caminha para judicializar as regras da eleição indireta que escolherá seu sucessor no ?mandato-tampão?, quando deixará o cargo, em abril, para disputar as eleições como candidato ao Senado.
Ao confirmar a candidatura, nesta terça-feira (25), Castro não obteve de seus aliados um anúncio oficial de que o secretário da Casa Civil, Nicolla Miccione, é seu favorito para a eleição indireta ao Palácio Guanabara.
Há vacância na linha sucessória do estado, que não tem vice-governador, e um novo pleito será realizado em maio.
A indefinição expõe disputas internas e pressões políticas. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, quer emplacar o deputado Douglas Ruas (PL-RJ), já anunciado como candidato ao governo do RJ, também na disputa pelo governo-tampão.
Diante do impasse, aliados de Castro estudam uma saída jurídica. O foco é uma lei recentemente aprovada pela Alerj que reduziu de seis meses para 24 horas o prazo de desincompatibilização para quem pretende disputar a eleição indireta.
Se a Justiça entender que o prazo deve ser de seis meses, nem Nicolla (candidato de Castro) nem Douglas Ruas (candidato de Flávio) poderão concorrer, o que abriria uma nova rodada de negociações.
Fonte G1 Brasília