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Guia da Série D: disputa começa neste domingo, com 64 equipes; veja como chega cada uma delas

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A Série D do Campeonato Brasileiro começa neste domingo, a partir de quando 64 clubes vão em busca de quatro vagas na Série C do ano que vem. Equipes jovens, times estreantes e agremiações centenárias integram a última divisão do futebol nacional, em busca de fazer história ou reconstruí-la.

A 4ª divisão nacional deste ano repete a fórmula do ano passado. Serão oito grupos de oito equipes, formatados de maneira regionalizada. Todos jogam contra todos dentro da chave em turno e returno. Avançam para o mata-mata os quatro melhores times de cada grupo.

A segunda fase e as oitavas de final têm o chaveamento já pré-determinado. Nas quartas de final, que é o mata-mata do acesso, os confrontos são definidos pelas pontuações das equipes até aquele momento. Com o melhor pontuador enfrentando o oitavo melhor pontuador, o segundo enfrentando o sétimo, e assim sucessivamente.

Todos os confrontos de mata-mata, ou seja, da segunda fase até a decisão, serão disputados em partidas de ida e volta. Os semifinalistas garantem vaga na Série C do Campeonato Brasileiro do ano que vem. Agora é hora de conhecer melhor os 64 clubes que vão em busca do acesso.

GRUPO 1

Amazonas

Criado em 2019, o Amazonas é um dos caçulas do futebol amazonense. Será a primeira vez que disputará o torneio. Para este ano, a equipe investiu em alguns medalhões do futebol brasileiro, como o atacante Walter (ex-Goiás, Fluminense e que estava no Santa Cruz). Também contratou Eduardo Ramos (ex-Remo), Dedeco (que também passou pelo Leão de Belém). Além disso, conta com o atacante Soares, ex-Flu, Cruzeiro, Figueirense, entre outros. No estadual, a equipe chegou até as quartas de final, mas foi eliminada pelo Fast.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

Vice-campeão acriano em 2021, o Humaitá vai disputar pela primeira vez o Campeonato Brasileiro da Série D. O Tourão de Porto Acre, como também é conhecido, está invicto na temporada e acumula cinco vitórias e três empates; 16 dos 18 gols marcados em 2022 foram em sete jogos no Campeonato Acriano. É o melhor ataque do estadual até o momento. Destaque, o atacante Fabinho é o artilheiro do time e do estadual, com seis gols em seis jogos.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

Náutico-RR

A expectativa do Náutico-RR para a Série D é grande por conta do retorno à competição após seis anos. Em 2016, o Alvirrubro de Roraima conquistou a classificação para a segunda fase. Atual vice-campeão roraimense, o Náutico-RR vem de um vice-campeonato no primeiro turno da atual edição do estadual e segue na briga no segundo turno. Para 2022, o clube quer não só repetir o feito de seis anos atrás, como ir o mais longe possível na 4ª divisão nacional.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: 5 participações (2012, 2013, 2015, 2016 e 2022)

Porto Velho

O Porto Velho chega para a sua segunda participação na Série D. O bicampeão rondoniense chega para a temporada com reformulação no elenco, mas conta com a sequência do trabalho do técnico Tiago Batizoco, responsável por comandar o time nos dois títulos estaduais. No ataque, Yan Philippe vem em grande fase. Ao todo, o atleta já tem quatro gols marcados no estadual e um na Copa do Brasil. No gol, Martins é consolidado por boas atuações. A equipe começa no campeonato dividindo atenção com a reta final do Campeonato Rondoniense. O time está nas semifinais, equivalentes ao segundo turno da competição.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: 2 participações (2021 e 2022)

Rio Branco-AC

O Rio Branco-AC chega para disputar a Série D 2022 graças à conquista do título do Campeonato Acriano da temporada passada. O Estrelão é comandado pelo técnico Marcelo Brás e vive uma temporada instável. Em nove jogos oficiais, obteve três vitórias, três empates e três derrotas, com oito gols marcados e cinco sofridos. A equipe foi eliminada pelo Vila Nova-GO na primeira fase da Copa do Brasil após empate por 0 a 0 no Acre. No Campeonato Acriano, foi eliminado na última quarta-feira. O objetivo do Estrelão é conquistar o acesso e retornar à Série C, competição que disputou pela última vez em 2013.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: 3 participações (1989, 1990 e 1991)
  • Série C: 11 participações (1995, 1996, 2000, 2003, 2004, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 e 2013)
  • Série D: estreante em 2022: 8 participações (2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022)

São Raimundo-AM

O São Raimundo-AM está de volta às competições nacionais após um hiato de 15 anos. A equipe, que disputou sete edições seguidas da Série B (2000 a 2006), caiu para a Série C de 2007 e desde então ficou no ostracismo. Para este ano, conquistou a vaga na Série D após ser vice do estadual do ano passado. E, para tentar o acesso, trouxe de volta o técnico Aderbal Lana, que foi responsável pelo acesso à 2ª divisão nacional, e que não comandava a equipe havia 19 anos. Para a Série D, o time teve que ser totalmente reformulado, já que foi rebaixado no estadual. Além do treinador, que é novidade, trouxe alguns jogadores que se destacaram no campeonato, além da base do Princesa do Solimões, equipe que era comandada por Aderbal Lana, e que foi vice-campeã estadual deste ano.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: 7 participações (2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005 e 2006)
  • Série C: 5 participações (1996, 1997, 1998, 1999 e 2007)
  • Série D: estreante em 2022

São Raimundo-RR

O São Raimundo-RR chega para a disputa da sétima Série D da sua história, ainda participando do Campeonato Roraimense. No estadual, o time fez oito partidas, até o momento, e é o único com 100% de aproveitamento. Somando todas as competições (Copa do Brasil e estadual), na temporada o São Raimundo-RR tem 23 gols marcados e 11 sofridos. O objetivo inicial do clube, segundo o técnico Chiquinho Viana, é ficar entre os quatro primeiros colocados do grupo e, assim, conquistar a classificação para a segunda fase.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 3 participações (2005, 2006 e 2007)
  • Série D: 7 participações (2014, 2017, 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022)

Trem

O Trem é o único representante do Amapá na Série D. A Locomotiva, como é chamada por seus torcedores, é a atual campeã amapaense. A única partida disputada nesta temporada foi pela Copa do Brasil, onde foi eliminada pelo Paysandu por 3 a 0, em jogo disputado no Estádio Zerão, em Macapá. A derrota fez a diretoria do Trem realizar uma grande reformulação no elenco, dispensando vários atletas. A aposta para a Série D é o time-base que conquistou o Amapazão 2021, com destaque para o retorno de Balão Marabá, ex-Águia e Tocantinópolis, além do retorno do craque do Campeonato Amapaense do ano passado, Fábio Mucajá.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 1 partcipação (2004)
  • Série D: 4 participações (2011, 2016, 2017 e 2022)

GRUPO 2

4 de Julho

Após sua melhor participação na Série D, quando foi eliminado nas oitavas de final pelo ABC no ano passado, o 4 de Julho faz mais uma tentativa de acesso. O clube fez uma troca de técnico durante o Piauiense, após a saída de Rogério Corrêa para o Volta Redonda. O carioca Edson Souza assumiu o projeto e tem dado uma organização defensiva forte ao time.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: 1 participação (1989)
  • Série C: 1 participação (1997)
  • Série D: 3 participações (2018, 2021 e 2022)

Castanhal

O Castanhal não teve tantas mudanças na equipe que atuou no Campeonato Paraense. As saídas mais impactantes foram do zagueiro Samuel Caveira, do meia-atacante Lukinhas e do atacante Leandro Cearense. Por outro lado, a diretoria do Japiim anunciou o zagueiro Zulu, o meia-atacante Gui Campana e o atacante Daniel Dias. Robson Melo segue no comando da equipe que ficou com a quarta colocação no estadual. A expectativa é que o time seja um dos favoritos por uma vaga na segunda fase da competição. Em 2020, o time passou invicto, com a melhor campanha geral, para o mata-mata. Contudo, acabou sendo eliminado para o Moto Club na fase seguinte.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 2 participações (1999 e 2004)
  • Série D: 2 partcipações (2021 e 2022)

Fluminense-PI

Pela primeira vez na Série D, o Fluminense-PI pensa ousado e tem como planejamento chegar à Série A do Brasileiro em seis anos, sonho dito pelo presidente de honra do clube, João Vicente Claudino, principal investidor. Com o técnico Marcelo Vilar, campeão por duas vezes da Série D, com Botafogo-PB (2013) e Ferroviário (2018), o Flu-PI conta no elenco com Mário Sérgio, artilheiro do Brasil com 17 gols na temporada.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

Juventude Samas

O Juventude Samas chega para a competição sem muitas pretensões. O clube fez a pior campanha do Campeonato Maranhense deste ano, de modo que a alegria do vice-campeonato da Copa FMF do ano passado deu lugar à melancolia de um rebaixamento na atual temporada no estadual. Há chances reais de que o time maranhense seja um dos saco de pancadas do Grupo 2 da Série D.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: 3 participações (2020, 2021 e 2022)

Moto Club

O Moto Club chega para a Série D como um dos mais tradicionais clubes que a edição deste ano terá. Mas o time maranhense não vem em boa fase. O clube perdeu a final do primeiro turno do estadual para o Sampaio Corrêa e nem chegou ao mata-mata do segundo turno. Por isso, foi feita uma reformulação no Papão do Norte. As disputas da 4ª divisão nacional são a esperança de o ano acabar bem para a equipe do técnico Carlos Ferro.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 11 participações (1960*, 1961*, 1967*, 1968*, 1973, 1975, 1978, 1979, 1982, 1983 e 1984)
    * Taça Brasil
  • Série B: 12 participações (1972, 1980, 1983, 1985, 1986, 1989, 1990, 1991, 1994, 1995, 1996 e 1997)
  • Série C: 10 participações (1981, 1987, 1992, 1998, 1999, 2000, 2001, 2004, 2005 e 2017)
  • Série D: 8 participações (2009, 2014, 2016, 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022)

Pacajus

O Pacajus vai disputar a competição pela primeira vez na sua história. A equipe já está garantida na edição de 2023, mas se prepara para brigar pelo acesso. O clube conta com o apoio da prefeitura da cidade de Pacajus e de empresários locais. O time é comandado por Oliveira Canindé, campeão da Copa do Nordeste em 2013 com o Campinense.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

Tocantinópolis

O Tocantinópolis encara o Brasileiro da Série D pelo segundo ano seguido ? em 2021, a equipe caiu ainda na fase de grupos. Com R$ 3,2 milhões nos cofres ? avanços na Copa do Brasil 2022 ? e com um grupo reforçado, o Verdão entra na disputa com um objetivo: o acesso à Série C. No histórico, são quatro participações na 4ª divisão nacional (2011, 2016, 2020 e 2021). A vaga para 2022 veio após o tetracampeonato tocantinense frente ao Araguacema. Recém-campeão da edição 2022 e garantido na terceira fase da Copa do Brasil, o time comandado pelo treinador Jairo Nascimento aposta no trio de ataque formado por Bilau, Jheimy e Alan Maia para ir longe nesta Série D. O trio anotou mais da metade dos gols da equipe no estadual: 18 de 33 gols marcados na competição.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 8 participações (1997, 1999, 2000, 20021, 2002, 2003 e 2005)
  • Série D: 5 participações (2011, 2016, 2020, 2021 e 2022)

Tuna Luso

A Tuna Luso mantém boa base do time que disputou o Campeonato Paraense. Destaques para o goleiro Victor Lube, o zagueiro Lucão, os meias Kauê e Alysson e o atacante Paulo Rangel, artilheiro do estadual com nove gols. Entre as caras novas, estão os volantes Portel e Juninho, o meia-atacante Lukinhas e o atacante Joel. O técnico Emerson Almeida renovou com o clube e permanece para a disputa do nacional. Com a conquista do terceiro lugar do Parazão, a expectativa é que a Tuna chegue forte no Grupo 2. O clube volta a disputar um campeonato brasileiro após 15 anos. A última participação foi na Série C de 2007. A Águia Guerreira possui dois títulos nacionais: 2ª e 3ª divisões.

? Campeão da Série B em 1985
? Campeão da Série C em 1992

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 4 participações (1959*, 1979, 1984 e 1986)
    *Taça Brasil
  • Série B: 13 participações (1971, 1980, 1981, 1985, 1989, 1991, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999 e 2001)
  • Série C: 8 participações (1987, 1992, 2000, 2002, 2003, 2004, 2006 e 2007)
  • Série D: estreante em 2022

GRUPO 3

Afogados

O Afogados vai disputar a competição pela segunda vez. Depois do desempenho abaixo do esperado no Campeonato Pernambucano, quando parou no quadrangular do rebaixamento e evitou a queda na última rodada, a Coruja contratou o técnico Ito Roque (ex-Costa Rica-MS) para o lugar de Sérgio China e reforçou o elenco com jogadores que também estavam disputando o estadual. O atacante Anderson Chaves, de 21 anos, é um dos destaques do Afogados. Ele assumiu a titularidade na reta final do Pernambucano e marcou quatro gols.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: 2 participações (2020 e 2022)

América-RN

Pela sexta vez, o América-RN disputa a competição e, claro, com o status de favorito ao acesso, que até agora nunca veio. Sob o comando do ídolo e ex-jogador do clube, Souza, atual presidente, o Mecão espera sair de vez da 4ª divisão nacional. O ex-companheiro de time de Souza, Leandro Sena, é o comandante técnico do Dragão, responsável por tentar levar o clube à Série C.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 15 participações (1968*, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1997, 1998 e 2007)
    *Taça Brasil
  • Série B: 23 participações (1972, 1982, 1984, 1985, 1986, 1989, 1991, 1994, 1995, 1996, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2006, 2008, 2009, 2010, 2012 e 2014)
  • Série C: 7 participações (1987, 1988, 1990, 2005, 2011, 2015 e 2016)
  • Série D: 6 participações (2017, 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022)

Crato

O Crato foi rebaixado para a 2ª divisão do Cearense. O time terminou suspenso da disputa por suspeita de manipulação de resultados, mas foi liberado para jogar a Série D. O técnico é Roberto Juazeiro, que foi auxiliar de Lamar Lima e Jânio Fialho na disputa da elite do Cearense de 2022.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

Globo FC

Campeão do Campeonato Potiguar no ano passado, o Globo FC vive um 2022 complicado. Apesar do grande feito de tirar o Internacional na primeira fase da Copa do Brasil, o clube não vem numa boa temporada. Aquilo foi mesmo na conta do imponderável. Com um time frágil, sequer deu trabalho na Copa do Nordeste e não conseguiu garantir vaga na Série D do ano que vem. O clube, que já foi vice-campeão da competição em 2017, vai ter que se superar muito para se tornar competitivo.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 2 participações (2018 e 2019)
  • Série D: 6 participações (2014, 2015, 2016, 2017, 2020 e 2022)

Icasa

Depois de disputar o Campeonato Cearense e a Copa do Brasil, sendo eliminado na primeira fase em ambas as competições, o Icasa iniciou a preparação para a Série D em março. Guídio e Leandro Mendes saíram do time. Sidney Moraes é o técnico da equipe para a competição. O treinador comandou o Verdão na histórica campanha da Série B do ano de 2013. Chegaram 11 reforços até o momento.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: 4 participações (2010, 2011, 2013 e 2014)
  • Série C: 7 participações (2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2012 e 2015)
  • Série D: 2 participações (2016 e 2022)

Retrô

O Retrô chega com moral à Série D depois fazer a melhor campanha da primeira fase do Campeonato Pernambucano. A equipe venceu os três jogos contra Sport, Náutico e Santa Cruz e tem o acesso para a Série C como grande objetivo. A folha salarial está na casa dos R$ 250 mil. A Fênix é comandada pelo técnico Dico Woolley e tem no ataque a principal arma: o experiente Renato Henrique, ex-Náutico e Salgueiro, já tem seis gols na temporada.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

São Paulo Crystal

O São Paulo Crystal é um dos estreantes na Série D deste ano. O clube paraibano se garantiu no torneio com um quarto lugar no Campeonato Paraibano do ano passado e com o acesso do Campinense para a Série C na temporada passada. Mas em 2022, o ano não começou bem. O clube caiu na repescagem do Paraibano e precisa subir de divisão para garantir calendário no segundo semestre do ano que vem. A base da equipe joga junto há algum tempo, então o entrosamento é bom. No comando de ataque, o clube aposta em Anselmo, ex-Palmeiras e Fortaleza. O time, no entanto, não é favorito a passar de fase em sua chave.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

Sousa

O Sousa quer dar continuidade à sua boa fase de alguns anos para cá, mas saindo dos limites da Paraíba. No ano passado, o clube deu trabalho na Série D, mas acabou não avançando para o mata-mata. A expectativa para a edição deste ano é avançar da fase de grupos. O treinador Tardelly Abrantes tem uma boa base mantida do ano passado para este em suas mãos, e o clube tem boas chances de voltar a um manta-mata de Série D em 2022.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 3 participações (1994, 1995 e 2003)
  • Série D: 5 participações (2012, 2016, 2017, 2021 e 2022)

GRUPO 4

ASA

O ASA não teve sucesso na busca pelo tricampeonato da Copa Alagoas e ficou na primeira fase da Copa do Brasil. Porém, chegou à final do Alagoano após 10 anos e garantiu calendário para 2023. Três treinadores passaram pelo clube na temporada: Celso Teixeira, Renatinho Potiguar e Arnaldo Lira. Atualmente, Jota Guerreiro comanda a equipe como técnico interino. Os destaques são Roger Gaúcho, peça importante na armação, e os atacantes Júnior Viçosa e Anderson Feijão.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 1 participação (1979)
  • Série B: 7 participações (1980, 1981, 1984, 2010, 2011, 2012 e 2013)
  • Série C: 13 participações (1992, 1997, 2000, 2001, 2003, 2005, 2007, 2008, 2009, 2014, 2015, 2016 e 2017)
  • Série D: 5 participações (2018, 2019, 2020, 2021 e 2022)

Atlético-BA

Um dos favoritos ao acesso é o Atlético-BA, que pelo segundo ano seguido conseguiu desbancar a dupla Ba-Vi no Campeonato Baiano e se sagrou bicampeão estadual. A equipe de Agnaldo Liz também tem uma base mantida por alguns anos e pode chegar longe na Série D deste ano.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: 2 participações (1974 e 1984)
  • Série C: 5 participações (1981, 1988, 2004, 2007 e 2008)
  • Série D: 4 participações (2009, 2020, 2021 e 2022)

CSE

O CSE ficou na primeira fase do Alagoano e concentra forças na Série D. Com respaldo da diretoria, o técnico Alisson Dantas permanece no cargo e a base foi mantida. Os meias Marco Antônio e Edinho são peças fundamentais no setor de criação. Anderson Penna, zagueiro, deixou o clube após o estadual. O elenco também ganhou reforços: o goleiro Alex e o atacante Juliano, que estavam no Lagarto. A tendência é que outros nomes sejam anunciados.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

Rebaixado na Série C do ano passado, o Jacuipense quer fazer o bate-volta dentro do Campeonato Brasileiro. Na atual temporada, o time vem bem, fez a final do Campeonato Baiano com o Atlético-BA, mas acabou perdendo.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 2 participações (2020 e 2021)
  • Série D: 4 participações (2014, 2018, 2019 e 2022)

Juazeirense

Destaque nacional pela boa campanha na Copa do Brasil em 2021, o Juazeirense tem como principal trunfo o Estádio Adauto Moraes. Na atual temporada, apesar de estar na terceira fase da Copa do Brasil, onde enfrenta o Palmeiras, o Cancão de Fogo não foi bem no Campeonato Baiano e brigou contra o rebaixamento até a última rodada. O técnico Barbosinha, que chegou para livrar o clube da 2ª divisão estadual, segue para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro. Os destaques da equipe são o experiente goleiro Rodrigo Calaça, os meias Clebson e Nildo Petrolina, e os atacantes Deysinho e Nixon.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 1 participação (2018)
  • Série D: 6 participações (2013, 2016, 2017, 2019, 2021 e 2022)

Lagarto

O elenco do Lagarto passou por uma reformulação após a eliminação ainda na primeira fase do Campeonato Sergipano. Apenas oito jogadores continuaram para a disputa da competição nacional. O técnico Betinho também deixou o cargo, que agora é ocupado por Givanildo Sales. Para este ano, o Lagarto não conta mais com o apoio financeiro da família do atacante Diego Costa na gestão do clube. Apesar disso, no elenco está o atacante Thiago Santos, que é primo do sergipano naturalizado espanhol.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

O Santa Cruz volta a disputar a Série D após 11 anos, tentando recolher os cacos do 2021 desastroso. Na atual temporada, o técnico Leston Júnior conseguiu construir uma equipe organizada, cujo principal pilar é o atacante Rafael Furtado ? que só conquistou titularidade após saída do medalhão Walter no início de março. Ele tem cinco gols em 10 jogos. No Pernambucano, o time caiu na semifinal para o Náutico, nos pênaltis, mas a sensação entre torcida e diretoria é de que o trabalho está sendo bem-feito e pode render o acesso.

? Campeão da Série C em 2013

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 24 participações (1960*, 1969**, 1970**, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979, 1980, 1981, 1984, 1985, 1986, 1987, 1988, 1993, 2000, 20001, 2006 e 2016)
    * Taça Brasil | ** Torneio Roberto Gomes Pedrosa
  • Série B: 20 participações (1982, 1983, 1989, 1990, 1991, 1992, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2002, 2003, 2004, 2005, 2007, 2014, 2015 e 2017)
  • Série C: 7 participações (2008, 2012, 2013, 2018, 2019, 2020 e 2021)
  • Série D: 4 participações (2009, 2010, 2011 e 2022)

Sergipe

De desacreditado no início da competição, o Sergipe terminou o estadual com o bicampeonato. A equipe alvirrubra chega com os ânimos renovados para a Série D, mas terá pouco tempo de preparação. A equipe será comandada pelo técnico português Daniel Neri e conta com nomes como o meia Doda, os atacantes Hiago e Kaio Wilker, e outros jogadores de uma base remanescente da temporada passada.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 12 participações (1962*, 1965*, 1968*, 1972, 1973, 1975, 1977, 1978, 1979, 1983, 1985 e 1986)
    *Taça Brasil
  • Série B: 9 participações (1980, 1982, 1984, 1989, 1994, 1995, 1996, 1997 e 2001)
  • Série C: 10 participações (1981, 1988, 1992, 1999, 2000, 2002, 2003, 2004, 2005 e 2008)
  • Série D: 8 participações (2009, 2013, 2016, 2017, 2018, 2019, 2021 e 2022)

GRUPO 5

Ação-MT

Em sua primeira participação no Campeonato Brasileiro, o Ação-MT tenta surpreender após ter sido rebaixado no Mato-grossense. O time passou por uma reformulação no elenco para avançar de fase na Série D. O técnico é Eduardo Henrique, que foi semifinalista do estadual com o Dom Bosco. A base do time é formada com atletas do próprio estado.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

Anápolis

Um dos representantes goianos é o Anápolis. No ano passado, a equipe chegou às quartas de final do Campeonato Goiano e conseguiu uma vaga para a Série D. O time vai em busca de fazer a sua melhor campanha na competição, superior à de 2016, onde caiu apenas na terceira fase do torneio.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 1 participação (1966*)
    *Taça Brasil
  • Série B: 12 participações (1980, 1981, 1989, 1990, 1991, 1992, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004 e 2005)
  • Série C: 4 participações (1987, 1998, 1999 e 2006)
  • Série D: 5 participações (2009, 2011, 2014, 2019 e 2022)

Brasiliense

Mais uma vez, o Brasiliense chega para a Série D como um dos clubes favoritos ao acesso por conta do investimento. O atual campeão candango tem tudo para passar de fase e brigar pelo acesso. Quando estreou no torneio, o time ficou em quinto, a um passo do acesso. Agora, a equipe comandada por Celso Teixeira e que tem Zé Love, ex-Santos, no comando do ataque, quer subir e voltar à Série C.

? Campeão da Série B em 2004
? Campeão da Série C em 2002

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 1 participação (2005)
  • Série B: 7 participações (2003, 2004, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010)
  • Série C: 5 participações (2001, 2002, 2011, 2012 e 2013)
  • Série D: 6 participações (2014, 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022)

Ceilândia

O Ceilândia tem sempre chegado bem no campeonato estádual do Distrito Federal. Mas novamente foi vice-campeão para o Brasiliense. De volta à Série D, após três edições fora, o clube espera passar da primeira fase.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: 1 participaçao (1989)
  • Série C: 5 participações (2004, 2005, 2006, 2007 e 2008)
  • Série D: 6 participações (2010, 2012, 2016, 2017, 2018 e 2022)

Costa Rica-MS

Campeão sul-mato-grossense no ano passado, o Costa Rica-MS é outro que vai estrear na Série D. O time é um dos poucos que vai ter que iniciar a competição nacional pensando também na reta final do campeonato estadual. A divisão de foco pode atrapalhar um pouco o clube.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

Grêmio Anápolis

O Grêmio Anápolis chega para as disputas da Série D com moral, como campeão goiano do ano passado. O clube conquistou seu primeiro estadual em 2021 e vai jogar a 4ª divisão nacional pela primeira vez. Mas não será a primeira participação em Brasileiro. Em 2005, o clube jogou a Série C. O time tem uma das mais baixas médias de idade da competição: 22,6 anos. O jovem técnico Ariel Mamade, de 32 anos, vai ter a responsabilidade de levar os garotos a uma boa campanha nacional.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 2 participações (2002 e 2005)
  • Série D: estreante em 2022

Iporá

O Iporá chega ao torneio após um bom início de ano. O clube chegou às semifinais do Campeonato Goiano, caindo apenas para o Goiás, que foi vice. O time vai para a sua terceira Série D e espera fazer uma campanha melhor do que a de 2018, quando foi nono colocado.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: 3 participações (2018, 2019 e 2022)

Operário-MT

Um dos times mais tradicionais de Mato Grosso, com 12 títulos estaduais. Porém, neste ano, a campanha do Tricolor no Mato-grossense foi abaixo do esperado, e o time se salvou do rebaixamento apenas na última rodada. A diretoria manteve o técnico jovem Bruno Saymon, e chegaram jogadores para reforçar o elenco.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 4 participações (1968*, 1979, 1984 e 1986)
    *Taça Brasil
  • Série B: 4 participações (1980, 1982, 1983 e 1992)
  • Série C: 3 participações (1987, 1994 e 1995)
  • Série D: 4 participações (2014, 2015, 2020 e 2022)

GRUPO 6

Consolidado nos últimos anos como um dos principais clubes do interior da Bahia, o Bahia de Feira vai para sua quarta participação seguida na Série D do Campeonato Brasileiro. No estadual deste ano, o time chegou à semifinal, onde foi eliminado pelo campeão Atlético-BA. O goleiro Adilson, titular na campanha, deixou o clube. Mas o lateral-esquerdo Alex Cazumba e o volante Diones, eleitos para a seleção do Campeonato Baiano, permanecem na equipe. João Carlos Ângelo será o treinador do Tremendão. Ele chega para a vaga de Flávio Araújo, que deixou o cargo após o fim do estadual.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: 5 participações (2011, 2019, 2020, 2021 e 2022)

A Caldense chegou até as semifinais do Campeonato Mineiro, quando foi eliminada pelo Atlético-MG. A desclassificação colocou a Veterana na final do Troféu do Interior. O Alviverde de Poços de Caldas empatou os dois jogos diante do Athletic-MG, mas acabou derrotado nos pênaltis pelo time de São João del Rei. Para a Série D, a Veterana conta com mudança quase total no elenco. De comissão técnica a jogadores, diversas trocas foram feitas. Gian Rodrigues deu lugar a Júnior Martins no comando do time. Já na equipe, apenas seis jogadores que disputaram o estadual permaneceram para o torneio nacional.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 1 participação (1979)
  • Série B: 1 participação (1980)
  • Série C: 1 participação (1995)
  • Série D: 2 participações (2021 e 2022)

A Ferroviária entra em sua quinta participação seguida na Série D do Brasileiro com expectativa de, enfim, conseguir o acesso. Em 2021, bateu na trave ao perder a vaga para o Atlético-CE, nos pênaltis, nas quartas de final da competição. Após um Campeonato Paulista ruim, onde escapou do rebaixamento na última rodada, a Locomotiva fez uma reformulação no elenco. O técnico Elano saiu, e Thiago Carpini, ex-Santo André e Guarani, foi contratado em seu lugar. Jogadores importantes, como o goleiro Saulo, o lateral Bernardo, o zagueiro Didi e o atacante Bruno Mezenga, foram embora, mas o clube já trouxe sete reforços: o goleiro Jefferson Paulino; o lateral Jeferson; o zagueiro Carlão; os meias Bruno Xavier, Rafael Costa e Luanderson, além do atacante Michel Henrique.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 1 participação (1983)
  • Série B: 3 participações (1980, 1981 e 1985)
  • Série C: 3 participações (1988, 1994 e 2022)
  • Série D: 5 participações (2018, 2019, 2020, 2021 e 2022)

A Inter de Limeira vai disputar a Série D pela segunda temporada seguida. No ano passado, o Leão parou na primeira fase da competição. Neste ano, a equipe alvinegra brigou por uma vaga nas quartas de final do Paulista, mas na última rodada da primeira fase foi derrotada pelo Santo André e não avançou. Após o estadual, o técnico Vinícius Bergantin deixou o clube. Para o lugar dele, Roger Silva foi o escolhido. Entre os jogadores que saíram, estão o atacante Ronaldo, artilheiro do Paulistão, o meia Matheus Galdezani e o goleiro Lucas Frigeri.

? Campeão da Série B em 1988

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 6 participações (1979, 1981, 1982, 1986, 1989 e 1990)
  • Série B: 5 participações (1980, 1986, 1987, 1988 e 1991)
  • Série C: 5 participações (1995, 1997, 2000, 2002 e 2003)
  • Série D: 2 partcipações (2021 e 2022)

O Nova Venécia é mais um clube que vai jogar a Série D do Campeonato Brasileiro pela primeira vez. A equipe atravessa grande fase. Foi campeão da Copa Espírito Santo de 2021 e foi o melhor time na primeira fase do Campeonato Capixaba neste ano, despontando como favorito ao título.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

O Pouso Alegre brigou até a última rodada do Mineiro para não ser rebaixado para o Módulo 2. O Dragão conseguiu escapar da queda e se manteve na elite do estadual para 2023. O Pousão também jogou a Copa do Brasil neste ano e acabou eliminado nos pênaltis para o Coritiba na segunda fase. Grande parte dos jogadores que estavam no elenco que jogou o Mineiro e a Copa do Brasil deixou o time. O clube, por outro lado, manteve a comissão técnica comandada por Francisco Diá para a Série D.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

Atual campeão capixaba, seu primeiro título estadual, o Real Noroeste vai apenas para a sua segunda Série D. O clube ainda segue nas disputas do Campeonato Capixaba e vai ter que dividir o foco neste início de 4ª divisão nacional.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: 2 participações (2020 e 2022)

Após nove anos seguidos na elite do Campeonato Mineiro, a URT foi rebaixada no estadual deste ano. A equipe também foi eliminada na primeira fase da Copa do Brasil pelo Avaí. Para viabilizar a participação na Série D, a diretoria do Trovão Azul fechou parceria com a agência esportiva AIR Sports. A equipe de Patos de Minas reformulou todo o elenco para a disputa da 4ª divisão nacional e contratou o treinador Ricardo Severo, ex-Sport.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 1 participação (1995)
  • Série D: 5 participações (2016, 2017, 2018, 2019 e 2021)

GRUPO 7

Cianorte

A campanha no Paranaense foi abaixo do esperado. O Leão do Vale até se classificou para o mata-mata, mas foi presa fácil para o Coritiba nas quartas de final. O fraco desempenho custou a vaga na Série D do ano que vem ? precisa subir para garantir o calendário nacional ? e o emprego de João Burse. Irineu Ricardo, auxiliar do clube desde 2017, foi efetivado como técnico. O elenco passou por uma reformulação completa. Ao todo, 16 jogadores deixaram o Cianorte, incluindo o volante Ralf, ex-Corinthians, que assinou com o Vila Nova-GO para jogar a Série B. Por outro lado, são 17 novos atletas no elenco.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 2 participações (2004 e 2005)
  • Série D: 6 participações (2011, 2012, 2018, 2019, 2021 e 2022)

Nova Iguaçu

O Nova Iguaçu foi o melhor time da Taça Guanabara entre os que não se classificaram para a reta final do Carioca. O time foi vice-campeão da Taça Rio e agora espera seguir bem na temporada. Em boa fase há alguns anos, o time comandado por Carlos Vitor tem expectativa de chegar longe e, quem sabe, brigar realmente pelo acesso, o que ainda não ocorreu.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: 3 participações (2013, 2018 e 2022)

Campeão da Série C em 2012, o Oeste esteve na Série B por oito temporadas seguidas. No ano passado, disputou a Terceirona e caiu de divisão. De volta à Série D, o clube espera conseguir o acesso que não veio no Campeonato Paulista neste ano. O time caiu nas semifinais da Série A2 do estadual para o São Bento, nos pênaltis, e não vai voltar à elite do Paulistão no ano que vem.

? Campeão da Série C em 2012

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: 8 participações (2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019 e 2020)
  • Série C: 2 participações (2012 e 2021)
  • Série D: 3 participações (2010, 2011 e 2022)

A Série D é literalmente uma disputa de vida ou morte para o Tricolor da Vila Capanema. Rebaixado no Paranaense no início do ano, o clube precisa conquistar o acesso nesta temporada. Caso contrário, ficará pelo menos dois anos sem calendário nacional. Para buscar o objetivo, o Paraná Clube trouxe jogadores conhecidos. Aos 38 anos, o goleiro Felipe, ex-Corinthians e Flamengo, será o camisa 1. O zagueiro Dirceu, ex-Coritiba, e o meia Marcelinho, formado pelo Corinthians, são outras apostas entre os experientes. Com o aval de Cuca, Omar Feitosa deixou a função de auxiliar técnico e assumiu o comando da equipe.

?? Campeão da Série B em 1992 e 2000

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 16 participações (1993, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007 e 2018)
  • Série B: 15 participações (1991, 1992, 2000, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2019 e 2020)
  • Série C: 2 participações (1990 e 2021)
  • Série D: estreante em 2022

Pérolas Negras

O Pérolas Negras disputa a 3ª divisão carioca. Mas venceu a Copa Rio do ano passado e garantiu uma vaga na Série D, pela primeira vez. O clube tem uma história de projeto social e é ligado a uma ONG, a Viva Rio, que fazia projetos de educação e esporte no Haiti. O time tem dois haitianos no elenco: o Badio e o Garrinsha.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

Portuguesa-RJ

A Portuguesa-RJ teve um primeiro semestre razoável, chegando até as semifinais da Taça Rio, no Campeonato Carioca, caindo para o Resende, que foi o campeão. Agora, a Série D é a chance de a temporada terminar de uma maneira melhor. O clube vai em busca de passar de fase, mas num grupo pesado, com equipes tradicionais do Sudeste.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 2 participações (2003 e 2004)
  • Série D: 5 (2016, 2017, 2019, 2020 e 2022)

Santo André

Após uma boa campanha no Campeonato Paulista, conseguindo avançar para as quartas de final depois de desbancar Santos e Ponte Preta em sua chave, o Santo André foi eliminado no primeiro mata-mata para o Bragantino. O treinador Thiago Carpini deixou o Ramalhão e foi para a Ferroviária. Quem vai tentar levar o clube até a Série C é José Carlos Palhavam.

? Campeão da Copa do Brasil em 2004

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 2 participações (1984 e 2009)
  • Série B: 8 participações (1986, 1989, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008 e 2010
  • Série C: 11 participações (1987, 1988, 1994, 1995, 1998, 2000, 2001, 2002, 2003, 2011 e 2012)
  • Série D: 3 participações (2013, 2021 e 2022)

São Bernardo

Outro time da região do ABC Paulista na Série D, o São Bernardo foi até bem no Campeonato Paulista. Chegou às quartas de final do torneio e só foi parado pelo São Paulo, no mata-mata. Agora a página está virada, e o foco é a 4ª divisão nacional. O treinador da equipe segue sendo Márcio Zanardi.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: 2 participações (2017 e 2022)

GRUPO 8

Aimoré

O time de São Leopoldo vem de campanha irregular no Gauchão, quando terminou a primeira fase em oitavo lugar e garantiu sua permanência na elite apenas na última rodada. Para a Série D, a equipe teve troca de comando. O técnico Rafael Lacerda foi para o Amazonas, que também disputa a 4ª divisão nacional, e Edson Rosa foi contratado para o seu lugar. Em relação ao estadual, apenas oito jogadores permaneceram no elenco, e 16 novos atletas chegaram ao Estádio Cristo Rei.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: 2 participações (2021 e 2022)

O Azulão da pequena Marmeleiro, no interior do Paraná, precisou sair dos limites municipais para receber seus jogos. Atua no estádio Os Pioneiros, em Pato Branco. Nesta temporada, está também transcendendo as fronteiras estaduais. Em sua estreia na Copa do Brasil, conseguiu uma heroica classificação para a terceira fase, eliminando dois paulistas, o Botafogo-SP e o Mirassol. A participação na Série D também é a primeira de sua história. O volante Rithely, ex-Internacional e Sport, rescindiu com o clube, enquanto o atacante José Hugo foi emprestado ao Coritiba. O volante Tharlis Sartori, ex-Chapecoense, e o atacante Wellisson, ex-União-PR, são os reforços do técnico Fabiano Daitx.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

Caxias

O time grená chegou perto de se classificar às semifinais do Gauchão ao terminar em quinto lugar. A posição garantiu ao time uma vaga na Série D em 2023, caso não consiga o acesso este ano. O clube anunciou a saída do técnico Rogério Zimmermann após o estadual. O substituto foi o jovem Luan Carlos, de apenas 29 anos, que foi vice-campeão catarinense com o Camboriú. Além disso, três jogadores deixaram o Estádio Centenário, enquanto dois foram anunciados como reforços até o momento.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: 4 participações (1976, 1977, 1978 e 1979)
  • Série B: 10 participações (1980, 1988, 1989, 1991, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004 e 2005)
  • Série C: 17 participações (1987, 1990, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015)
  • Série D: 6 participações (2016, 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022)

Após ir muito mal na reta final do Paranaense ? com direito a derrota por 5 a 0 para o Maringá nas quartas de final ?, a Serpente Aurinegra fez várias alterações no elenco. Sete jogadores deixaram o clube, incluindo os titulares Lucas Oliveira e Vinícius Balotelli, e outros 10 chegaram. Destaques para o goleiro André Luiz, um dos melhores do estadual, pelo São Joseense, e o meia Tiago Luís, aquele ex-Santos, que chegou a ser chamado do “Novo Messi”. No comando técnico, segue tudo igual: o ex-jogador Tcheco dirige o time. O grande objetivo da temporada é levar o Cascavel para a Série C.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: 3 participações (2020, 2021 e 2022)

Juventus-SC

O Moleque Travesso foi rebaixado no campeonato estadual e busca escrever uma nova história na Série D. O clube reformulou o elenco, dispensou atletas e contratou outros. São eles: zagueiro Lucas Cunha, lateral-direito Cleiton, volantes Duda e Zé Augusto e os atacantes Uelber, Yago e Wallace. O técnico Alemão, que terminou o Catarinense no comando do time, foi confirmado pela diretoria.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 2 participações (1995 e 1996)
  • Série D: 2 participações (2021 e 2022)

Marcílio Dias

O Marinheiro inicia mais uma caminhada na Série D do Brasileiro com a mesma meta da temporada passada: quer o acesso à 3ª divisão nacional. O motivo é claro: foi eliminado no Catarinense nas quartas de final e não terá competições nacionais no calendário do ano que vem se não subir à Série C. O clube de Itajaí manteve o técnico Fernando Tonet e anunciou reforços, como os zagueiros Maurício e Patrick Marcelinho e o atacante Tito, que tem passagens por Cuiabá, Portuguesa e Atlético-GO.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: 3 participações (1986, 1989 e 2000)
  • Série C: 8 participações (1988, 1995, 2001, 2003, 2005, 2006, 2008 e 2009)
  • Série D: 5 participações (2010, 2013, 2020, 2021 e 2022)

Assim como o Juventus, presente no Grupo 8, o Próspera também foi rebaixado no Campeonato Catarinense. O clube do Sul de Santa Catarina iniciou a preparação para a Série D há cerca de três semanas e reforçou o elenco comandado por Emerson Cris. Com sede em Criciúma, o Time da Raça realiza obras de adequação no Mário Balsini e atuará como mandante no Estádio Domingos Silveira González, em Tubarão.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: nunca disputou
  • Série D: estreante em 2022

São Luiz

A equipe de Ijuí teve bom início no Gauchão, figurando entre os quatro primeiros, mas ficou os últimos quatro jogos sem vencer e terminou apenas na nona posição. O clube buscou um novo técnico após a saída de Paulo Henrique Marques, que acertou com o São José para a disputa da Série C. Daniel Franco, que disputou o estadual à frente do União Frederiquense, foi o escolhido para comandar o time. O elenco sofreu algumas mudanças, com as saídas de 10 jogadores e as chegadas de oito.

Histórico em Brasileiros:

  • Série A: nunca disputou
  • Série B: nunca disputou
  • Série C: 1 participação (1996)
  • Série D: 2 participações (2020 e 2022)

Fonte GE Esportes

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