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Homem que jogou mais de R$ 400 mil pela janela em SC não era alvo da PF e virou investigado após episódio

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O homem que arremessou uma mala com dinheiro pela janela do 30º andar de um prédio em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, nesta quarta-feira (11), não era alvo inicial da Polícia Federal. A TV Globo apurou, porém, que ele passou a ser investigado após o episódio.

Segundo a PF, foram recolhidos R$ 429 mil espalhados no chão. O caso aconteceu durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no imóvel, na 3ªa fase da Operação Barco de Papel, que apura crimes contra o sistema financeiro ligados à gestão de recursos do Rioprevidência, fundo de previdência do Estado do Rio de Janeiro.

Além do dinheiro, foram apreendidos dois veículos de luxo e dois celulares.

Nesta etapa, os agentes cumprem dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados nos municípios de Balneário Camboriú e Itapema. Os nomes dos alvos não foram divulgados.

As ordens judiciais foram expedidas pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, com base em indícios de obstrução de investigações e ocultação de provas.

PF cumpre mandado de busca em SC e mala com dinheiro é arremessada pela janela

PF cumpre mandado de busca em SC e mala com dinheiro é arremessada pela janela

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Prisão do ex-presidente do Rioprevidência

Na semana passada, o ex-presidente do Rioprevidência Deivis Marcon Antunes foi preso por agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal em Itatiaia, no Sul do Rio de Janeiro, após retornar dos Estados Unidos. Ele é suspeito de obstrução de investigações e ocultação de provas.

A Operação Barco de Papel apura supostas irregularidades na aquisição de letras financeiras emitidas pelo Banco Master, instituição recentemente liquidada pelo Banco Central. De acordo com as investigações, entre novembro de 2023 e julho de 2024, a RioPrevidência teria investido cerca de R$ 970 milhões no banco.

As investigações continuam para apurar responsabilidades e eventual prática de crimes contra o sistema financeiro nacional.

Fonte G1 Brasília

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