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Igreja Presbiteriana rejeita proposta que inibiria voto de fiéis na esquerda

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A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) rejeitou uma proposta de criar uma comissão interna para orientar seus pastores sobre ?a contradição entre o marxismo e suas variantes” versus o “cristianismo bíblico?. Também era parte da proposta determinar que as pastorais orientasse os “declarados ?cristãos de esquerda ou progressistas? de suas inconsistências?.

A proposição foi vista internamente como uma tentativa de inibir que seus fiéis votassem em candidatos de esquerda.

Milton Ribeiro, ex-ministro da Educação do governo do presidente Jair Bolsonaro, é reverendo da IPB. Ele foi preso pela Polícia Federal por suspeitas de envolvimento em um suposto esquema para liberação de verbas do Ministério da Educação.


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A decisão rejeitando a proposta para criar uma comissão ?antiesquerda? foi tomada nesta sexta-feira (29), durante o Supremo Concílio da IPB, realizado em Cuiabá. O Supremo Concílio é o órgão máximo de deliberação da igreja, realizado a cada quatro anos.

Na deliberação, à qual a GloboNews teve acesso, o Supremo Concílio reafirmou ?a incompatibilidade entre o comunismo ateu e materialista e a doutrina bíblica bem como os símbolos de fé da IPB?, mas decidiu ?não nomear comissão para análise política de partidos, por não ser finalidade da Igreja Presbiteriana do Brasil?.

Outra definição tomada nesta sexta foi permitir que seus ministros participem de partidos políticos. Mas, para se candidatarem a cargos públicos eletivos, os religiosos deverão pedir licença, sem qualquer ônus para a igreja.

A proposta derrotada foi apresentada em junho e foi revelada pelo jornal “O Estado de S.Paulo” na semana passada.

Fonte G1 Brasília

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