REDES SOCIAIS

25°C

Juiz de tribunal que vai julgar cassação de Moro é oficializado; caso pode ser pautado no dia 28

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email

Foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (22) a nomeação de José Rodrigo Sade como novo juiz titular do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que deve conduzir o julgamento de dois processos que pesam contra o senador Sergio Moro (União Brasil) e que podem cassar o mandato dele.

A nomeação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem da lista tríplice homologada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com o calendário da Corte, o caso já pode ser pautado no dia 28 de fevereiro.

Sade vai integrar os trabalhos da Corte em um grupo de advogados formado por sete profissionais. A vaga a ser preenchida era ocupada por Thiago Paiva, que deixou o cargo.

Agora, o caminho estará aberto para o novo presidente do TRE, Sigurd Roberto Bengtsson, definir a nova data para o julgamento de Moro, que estava marcado para 8 de fevereiro e teve a data suspensa pelo novo presidente do TRE, aguardando a nomeação e posse do novo membro.

window.PLAYER_AB_ENV = “prod”

LEIA TAMBÉM:

Os processos de Moro

Sergio Moro é alvo de duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs), que apontam abuso de poder econômico, caixa dois e utilização indevida de meios de comunicação social durante a pré-campanha eleitoral de 2022.

Os processos, que são analisados em conjunto, também pedem a cassação do mandato do parlamentar.

As duas ações foram protocoladas por duas frentes antagônicas na política nacional. A primeira pelo Partido Liberal (PL), de base bolsonarista, e a outra pela Federação Brasil da Esperança – FÉ BRASIL (PT/PCdoB/PV), base que elegeu o governo Lula, em novembro e dezembro de 2022.

Em dezembro de 2023, Moro falou, em depoimento ao TRE-PR, que não obteve vantagem eleitoral e nega a acusação de desequilíbrio eleitoral causado por irregular pré-campanha ao cargo de presidente da República.

Quando o julgamento for marcado, seis desembargadores participarão da sessão, que pode durar mais de um dia. Todos votam e, em caso de empate, o presidente da Corte também vota.

Fonte G1 Brasília

VÍDEOS EM DESTAQUE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS