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Justiça muda data do julgamento de Flordelis para dezembro

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A juíza Nearis Carvalho Arce, da Terceira Vara Criminal de Niterói, mudou nesta sexta-feira (3), a data do julgamento da ex-deputada federal Flordelis e de outros quatro réus para o dia 12 de dezembro.

Inicialmente, a audiência estava marcada para o dia 9 de maio, depois passou para o dia 6 de junho e agora será em dezembro.

Em seu despacho, a magistrada atendeu ao pedido da defesa da ex-deputada federal que argumentava que há laudos ainda não acostados aos autos que seriam “imprescindíveis” para o exercício da ampla defesa das acusadas.

Os advogados alegaram também que não houve tempo hábil para a análise dos laudos recentemente acrescentados ao processo.

Laudo psiquiátrico

Um desses laudo é a avaliação psicológica e psiquiátrica a que Flordelis, sua filha Marzy Teixeira, e sua neta Rayane dos Santos Oliveira se submeteram nesta quarta-feira (27), a pedido de suas defesas.

Além de serem avaliadas por profissionais particulares, designados pelos advogados, eles também foram acompanhados por profissionais do estado, que vão fazer um laudo independente.

Filho ganha liberdade condicional

Também nesta quarta-feira (27), a Justiça concedeu liberdade condicional a Carlos Ubiraci Francisco da Silva, que foi julgado no dia 12 de março, e recebeu pena de dois anos e dois meses de prisão. No entanto, ele já está atrás das grades há um ano e oito meses, o que o torna elegível para o benefício.


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Carlos foi absolvido de participação na morte do pastor Anderson do Carmo, marido da ex-parlamentar e também pastora, mas condenado por associação criminosa armada.

No julgamento, o filho afetivo de Flordelis responsabilizou a mãe pela primeira vez pela morte do pastor.

Pedido de liberdade de Flordelis foi negado no STJ

Já na terça-feira (26), a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter a prisão preventiva da ex-deputada federal.

Os ministros analisaram um recurso da defesa de Flordelis pedindo a revogação da prisão. Os advogados alegaram que o processo dela na Justiça do Rio é repleto de vícios processuais, que há cerceamento da ampla defesa e que não há elementos que justifiquem a prisão.

O relator do caso, ministro Antônio Saldanha Palheiro, afirmou que a prisão preventiva está fundamentada, e lembrou que a prisão foi decretada após o descumprimento de diversas medidas restritivas, como a proibição de falar com outros investigados e monitoramento eletrônico, e após indicações de tentativas de interferir nas investigações.

‘Associação criminosa’

Saldanha Palheiro disse que Flordelis é apontada como mentora e comandante da suposta associação criminosa e que sua ascendência sobre o grupo é inegável. ?São fortíssimos indícios de que a ré antes do oferecimento da denúncia vinha buscando interferir no processo?.

Flordelis foi presa em agosto de 2021, dias após ter seu mandato cassado pela Câmara. A ex-parlamentar é acusada de ordenar a morte do marido, o pastor Anderson do Carmo, executado a tiros em 2019 em Niterói (RJ). Daqui a duas semanas, Flordelis deve ser submetida a júri popular.

Fonte G1 Brasília

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