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Líder de Mendes emperra votação de RGA e pode ser estopim para greve e servidores

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Líder do Governo na Assembleia Legislativa, o deputado Dilmar Dal Bosco (União Brasil), pediu vista do projeto de decreto legislativo que pode destravar o pagamento de 4,19% da Revisão Geral Anual (RGA) ao funcionalismo público do Estado.

O texto susta os efeitos de uma decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que o governador Mauro Mendes (União Brasil) uso como “escudo” para não pagar a RGA. O percentual corresponde ao ano de 2018, com pagamento já assegurado em lei.

O pedido de Dilmar travou, em pelo menos uma semana, a votação que deveria ocorrer essa semana. Como resultado, servidores que lotavam as galerias da Casa deram um sonora vaia ao deputado.

Mais que isso, extremamente insatisfeitos com a postura da gestão Mauro Mendes e de deputados governistas, centenas de servidores já ensaiam cruzar os braços. A atitude do deputado pode ter sido o estopim para um movimento grevista no Estado.

Os servidores já têm um encaminhamento para greve geral no estado. Os dirigentes do Fórum Sindical – que reúne diversas categorias do funcionalismo público – irão se reunir para debater a organização das categorias e a deliberação para a pauta.

“A política do governo para os servidores é de arrocho e precarização dos serviços. Precisamos definir com a base dos diversos segmentos qual a disposição para a paralisação e cumprir os procedimentos legais para uma greve”, disse o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep-MT) e membro da coordenação do Fórum Sindical, Valdeir Pereira.

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