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Líderes de protestos contra regime de Cuba começam a ser julgados

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Dois artistas cubanos que fizeram protestos contra o governo de seu país tiveram seu primeiro dia de julgamento nesta segunda-feira (30). Os dois estão detidos há quase um ano, como parte de um processo judicial em andamento que grupos de direitos humanos chamam de farsa e circo.

Os ativistas, Luis Manuel Otero Alcántara e Maykel Castillo, são membros do Movimento San Isidro, com sede em Havana, um coletivo de artistas que liderou alguns protestos. Uma parte dos integrantes do grupo deixarem Cuba alegando repressão.

  • Otero Alcántara é acusado de difamar a bandeira nacional, desacato e desordem pública, e pode pegar 7 anos de prisão, de acordo com um processo judicial de 8 de março;
  • Castillo, um rapper conhecido como Osorbo, também foi acusado de agressão e pode pegar 10 anos, segundo o documento do tribunal.

Tanto Otero Alcántara quanto Castillo apareceram no videoclipe de “Patria y Vida”, uma música desafiadora de hip-hop que se tornou o “hino” não oficial dos protestos contra o governo cubano em 11 de julho passado, que se acredita terem sido os maiores desde a revolução de Fidel Castro em 1959.


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Nesta segunda-feira, a polícia e as forças de segurança cercaram o tribunal em Havana desde o início da manhã. Um pequeno grupo de familiares teve acesso ao tribunal, disse à Reuters uma autoridade do Centro Internacional de Imprensa de Cuba.

Representantes das embaixadas em Havana de vários países europeus, incluindo Holanda, Alemanha, República Tcheca, Reino Unido, Noruega e Suécia, se reuniram a um quarteirão do tribunal aguardando acesso por quase duas horas depois de pedirem para entrar e observar os procedimentos.

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Fonte G1 Brasília

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