REDES SOCIAIS

25°C

Lula condena ação dos EUA na Venezuela, mas não cita nomes de Donald Trump e de Maduro

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email
@media (min-width: 768px) {
.cxm-block-video__container–vertical #wp3-player-7b94t .clappr-player .poster__play-wrapper > svg {
width: 50%;
height: 50%;
}
}

O presidente Lula condenou a ação dos Estados Unidos na Venezuela, classificou-a de ultrapassar “uma linha inaceitável”, colocou-se à disposição para negociações, mas não cita em sua nota o nome do presidente dos EUA, Donald Trump, nem do venezuelano, Nicolás Maduro.

Foi uma nota com repúdio forte aos bombardeios americanos e à captura do presidente da Venezuela, mas também seguindo os princípios da diplomacia brasileira e sem defender Maduro nem atacar diretamente Donald Trump.

Afinal, o Brasil não reconheceu oficialmente a vitória de Nicolás Maduro nas últimas eleições no país vizinho, depois das acusações de fraudes grotescas.

Nos últimos posicionamentos de Lula sobre a escalada das tensões entre EUA e Venezuela, o brasileiro repudiava ações militares na região, mas em nenhum momento fez uma defesa do presidente venezuelano.

Além disso, o nome de Donald Trump também não é citado na nota de Lula. Afinal, o Brasil conseguiu sair de um canal de negociações totalmente fechado com os Estados Unidos para uma fase de distensionamento e de relações mais cordatas e amigáveis entre o brasileiro e o americano.

Por isso, a nota condenou em tom forte a ação americana na Venezuela, seguindo a tradição brasileira de se colocar contra violações do direito internacional e de afronta à soberania das nações independentes.

No seu último ponto, o Brasil se coloca à disposição para participar de um diálogo na busca de uma solução negociada para a crise na Venezuela.

A equipe de Lula, porém, não tem grandes expectativas sobre uma disposição de Trump de fazer qualquer negociação com a participação de outros países.

O presidente dos EUA, na avaliação de assessores de Lula, quer comandar pessoalmente uma saída para a Venezuela, com o empoderamento de alguém que seja aliada dos interesses norte-americanos.

Fonte G1 Brasília

VÍDEOS EM DESTAQUE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS