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Lula é centro-esquerda, diz Neri ao se defender de ataques de bolsonaristas

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O deputado federal Neri Geller (PP), pré-candidato ao Senado em aliança com a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) considera que o ex-presidente Lula (PT) é de centro-esquerda.

O parlamentar, que é presidente do PP no Estado, faz a avaliação ao se defender dos ataques de lideranças políticas e do agronegócio em Mato Grosso que o criticaram por ter se alinhado aos partidos de esquerda como forma de viabilizar a disputa ao Senado.

No início da semana, ao menos 15 sindicatos rurais emitiram notas de repúdio após o deputado federal, juntamente com o senador Carlos Fávaro (PSD), se alinharem à Federação para as eleições de outubro.

Entre as entidades sindicais que emitiram as notas está o de Sinop, primeiro a repudiar a aliança. Na sequência, se posicionaram da mesma forma os sindicatos rurais de Barra do Garças, Brasnorte, Campo Novo do Parecis, Cotriguaçu, Diamantino, Matupá, Poconé, Primavera do Leste, Tangará da Serra, Sorriso, Vera, Ipiranga do Norte, Nova Mutum e Nova Ubiratã.

O conflito de Neri com os ruralistas, sendo ele também do setor, teve grande repercussão se tornou o centro dos debates na semana. Neri fez referência a Lula como de centro-esquerda em entrevista à Rádio Jovem Pan em Cuiabá, na última terça-feira (19). Na ocasião, o pré-candidato citou que foi secretário de Política Agrícola no governo do PT e que ajudou a estruturar o maior crédito da história do Brasil. “O empresário agrícola que está ouvindo, sabe que o custeio saía lá em final de agosto, setembro ou outubro quando iniciava o plantio. E nós implementamos o pré-custeio a partir de fevereiro”, relata. 

Neri conta que, entre outras ações de sua gestão, também foi reestruturado o maior programa de armazenagem da história quando foram financiados R$ 25 bilhões a taxas de 3,5% ao ano e três anos de carência e mais 12 anos para pagar. 

O deputado segue alinhado aos partidos de esquerda. Nesta sexta-feira, por exemplo, esteve junto com Fávaro em São Paulo, na reunião da aliança nacional Lula-Alckmin para a Presidência da República.

O foco da discussão foi sustentabilidade, infraestrutura e relações internacionais. Diversos interlocutores do agronegócio discutiram propostas voltadas para o setor e que deverão compor o plano de governo de Lula.

O tema foi debatido com o responsável pela elaboração do plano, Aloizio Mercadante (PT), e com o candidato a vice-presidente na chapa, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB).

Fonte: Isso É Notícia

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