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Moraes se reúne com partidos no TSE para discutir violência nas eleições

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O ministro Alexandre de Moraes, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se reúne nesta quarta-feira (13) na sede do tribunal, em Brasília, com representantes de diversos partidos políticos para discutir os casos de violência no período eleitoral deste ano.

Os encontros acontecem tRês após o assassinato do tesoureiro do PT em Foz do Iguaçu (PR), Marcelo de Arruda. Os disparos foram feitos pelo policial Jorge Guaranho, que se apresenta nas redes sociais como apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL). A Justiça já determinou a prisão de Guaranho (veja detalhes no vídeo mais abaixo).

Nesta terça (12), ao discursar em um evento em Brasília, o ex-presidente Lula comentou o caso no Paraná e pediu a seus apoiadores que não aceitem provocação. O presidente Jair Bolsonaro, que inicialmente questionou a jornalistas o que tinha “a ver” com o caso, telefonou para a família de Marcelo de Arruda.

Além do caso em Foz do Iguaçu, nas últimas semanas, apoiadores do ex-presidente Lula (PT) foram alvos de um ataque de drone em um ato em Minas Gerais e de uma bomba deixada em um ato no Rio de Janeiro.

Conforme a agenda divulgada pelo TSE, são três reuniões nesta quarta-feira. Veja a lista:

  • Representes do PT e da coligação Lula-Alckmin: apresentação de representação contra o “ódio” nas campanhas;
  • Senadora Simone Tebet, pré-candidata do MDB à Presidência; Bruno Araújo, presidente do PSDB; Roberto Freire, presidente do Cidadania ; e representantes do MDB: entrega de um manifesto a favor da paz nas eleições;
  • Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), além de parlamentares e dirigentes partidários: apresentação de representação para que, entre outras questões, o presidente Jair Bolsonaro deixe de fazer discursos de “ódio” e “violência”, sob pena de R$ 100 mil em multa individual por ato de descumprimento.


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Manifesto pede paz

Durante o encontro desta quarta-feira, os partidos entregaram a Alexandre de Moraes um manifesto no qual pediram paz nas eleições e ações do TSE que possam garantir um pleito pacífico em outubro. O encontro foi fechado à imprensa.

O atual presidente do TSE, Luiz Edson Fachin, tem feito frequentes discursos a favor da democracia, do processo eleitoral e das urnas eletrônicas.


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Federalização

Nesta terça, dirigentes de partidos solicitaram à Procuradoria Geral da República que faça o pedido de federalização das investigações sobre o assassinato do tesoureiro petista em Foz do Iguaçu.

A federalização consiste em o processo ser transferido da Justiça estadual para a federal. A medida, para acontecer, precisa ser pedida pela PGR ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

No encontro, informou a PGR, o procurador-geral, Augusto Aras, afirmou aos parlamentares que atuar antes do fim do inquérito pode atrasar a apuração e prejudicar o próprio pleito dos partidos.

Podcast

Ouça o episódio do podcast O Assunto sobre “Crimes de ódio: ameaça à democracia”:

Fonte G1 Brasília

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