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Não há ‘qualquer registro de fraude’ na história da urna eletrônica, dizem servidores da Abin em nota

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Servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) divulgaram nesta quarta-feira (20) uma nota pública em que manifestam “confiança na lisura do processo eleitoral brasileiro” e ressaltam que não houve qualquer registro de fraude nas urnas eletrônicas desde que elas começaram a ser usadas, em 1996.

O texto (leia íntegra abaixo) foi divulgado dois dias após o presidente Jair Bolsonaro ter feito novos ataques às urnas eletrônicas durante um encontro com embaixadores. No encontro, Bolsonaro voltou a levantar, mais uma vez sem provas, suspeitas já esclarecidas sobre as urnas eletrônicas.

A nota é assinada pela União dos Profissionais de Inteligência de Estado da Abin (Intelis). O documento não cita o nome de Bolsonaro, mas diz que os servidores reforçam compromisso com “o Estado Democrático de Direito, a Constituição da República e o respeito irrestrito e inegociável aos direitos e garantias dos cidadãos”.

No texto, os servidores afirmam que a categoria presta “apoio técnico especializado” à Justiça Eleitoral no fornecimento e na implementação dos sistemas de criptografia que garantem a segurança, o sigilo e a inviolabilidade dos dados inseridos nas urnas eletrônicas.

“A criptografia de Estado e os sistemas de assinatura digital desenvolvidos e aperfeiçoados por nossos servidores fazem parte do ecossistema complexo de barreiras que tem resistido com sucesso às diversas tentativas de ataques executadas durante testes públicos de segurança da plataforma, como reconhece publicamente o Tribunal Superior Eleitoral”, afirmam os profissionais.

Íntegra

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada por servidores da Abin nesta quarta:

NOTA PÚBLICA

A Intelis | União dos Profissionais de Inteligência de Estado da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) manifesta sua confiança na lisura do processo eleitoral brasileiro. Destaca que não há qualquer registro de fraude nas urnas eletrônicas desde a implantação do atual sistema, vinte e seis anos atrás.

Ao longo de toda a história da utilização da urna eletrônica, os profissionais de Inteligência de Estado têm prestado apoio técnico especializado à Justiça Eleitoral no fornecimento e implementação de sistemas e dispositivos criptográficos, que contribuem para a autenticidade, confidencialidade e inviolabilidade dos programas e dados das urnas utilizadas no País.

A criptografia de Estado e os sistemas de assinatura digital desenvolvidos e aperfeiçoados por nossos servidores fazem parte do ecossistema complexo de barreiras que tem resistido com sucesso às diversas tentativas de ataques executadas durante testes públicos de segurança da plataforma, como reconhece publicamente o Tribunal Superior Eleitoral.

Como servidores públicos de um órgão de Estado essencial à proteção e à projeção dos interesses estratégicos da Nação, reforçamos nosso compromisso com o Estado Democrático de Direito, a Constituição da República e o respeito irrestrito e inegociável aos direitos e garantias dos cidadãos.

Fonte G1 Brasília

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