REDES SOCIAIS

14°C

Natasha critica adversários e diz que MT “é muito mais que agro?

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email

image

A médica e pré-candidata ao Senado Federal, Natasha Slhessarenko (PSB), criticou a candidatura de seus adversários e enfatizou que “Mato Grosso é muito mais que o agro”. Sem citar nomes, a doutora enfatizou que os políticos de hoje estão “sempre defendendo os mesmos segmentos”.

Com uma única cadeira destinada a Mato Grosso em Brasília, estão na disputa o deputado federal Neri Geller (PP), que é uma das importantes lideranças da bancada da agropecuária no Congresso e o senador Welligton Fagundes (PL), que apesar de não estar diretamente ligado ao agro mato-grossense, defende as pautas ruralistas.

Fagundes é o nome que irá representar o presidente Bolsonaro no Estado, já que são correligionários.

“Meu nome está à disposição para quem está cansado dessa política de gente de muito tempo, sempre os mesmos, defendendo sempre os mesmos segmentos, mas Mato grosso é muito mais que o agro. O agro é importantíssimo para trazer comida para a nossa mesa, gerar emprego, mas além do agro temos outros problemas que são muito urgentes e muito importantes”, disse nesta quarta-feira (20).

Nacionalmente, o PSB compõe a chapa do ex-presidente Lula (PT), com nome do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin como vice. Sem fazer críticas diretas ao Governo Federal, a pré-candidata falou sobre a inflação, desemprego e recursos para a Saúde.

“A gente tem a inflação que está corroendo o poder de compra, temos o desemprego. Apesar de sermos o segundo estado com menor taxa de desemprego, temos uma mão de obra que está precisando ser qualificada”, citou.

Como médica, Natasha ainda mencionou que seu nome estará disponível, principalmente, para levar os problemas enfrentados pela Saúde para Brasília.

“Precisamos ter alguém que olhe o SUS com olhos de quem entenda do SUS, porque é um grande programa, um grande sistema de saúde, mas o SUS está na UTI. A gente precisa ir lá para dentro e entender o que está acontecendo, fazer um choque de gestão, trazer mais recursos para o SUS, que está congelado há mais de 10 anos o teto da saúde em R$ 240 bilhões e eu me coloco à disposição para isso”, explicou.

(Com assessoria)

Fonte: Isso É Notícia

VÍDEOS EM DESTAQUE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS