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A Comissão de Ética da Câmara Municipal de Cuiabá acatou a decisão judicial do juiz Agamenon Alcantara e marcou para esta quinta-feira (28), às 17h, os depoimentos das quatro testemunhas de defesa arroladas no processo por quebra de decoro parlamentar contra a vereadora Edna Sampaio (PT), acusada de apropriação indébita da verba indenizatória de sua ex-chefe de gabinete.
A reunião da Comissão ocorreu na tarde de ontem (26), na presença do presidente da Comissão de Ética, vereador Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania), o relator do caso, vereador Kássio Coelho (Patriota) e Wilson Kero-Kero (PTB) e ficou definido que a medida atende a decisão judicial, garantido pela defesa da petista, ordenando que as novas testemunhas fossem ouvidas.
“O juiz deu a decisão para nós pudéssemos retomar os trabalhos, tendo em vista que é só escutar as testemunhas e encaminhar o processo A notificação vai correr a partir de hoje e nós vamos notificar a Edna e a defesa dela ainda hoje”, garantiu.
Serão ouvidas as testemunhas no mesmo dia, sendo elas, Alice Gabriela Campos de Almeida, Maristela Cândida Garcia de Campos, Vera Araújo e o secretário de Gestão Orçamentária e Financeiro da Câmara, Fabio Barros Lima.
Após as novas testemunhas serem ouvidas, caberá ao relator novamente produzir um relatório sobre o processo disciplinar e posteriormente encaminhar para a Comissão de Justiça da Casa, com o parecer. Da última vez, o documento de Kássio previa a perda de mandado da vereadora do PT, mas com as oitivas das novas testemunhas uma nova punição pode ser empregada.
ENTENDA PASSO A PASSO
A vereadora Edna Sampaio está sendo acusada de ter praticado uma suposta rachadinha com a verba indenizatória da sua ex-chefe de gabinete, Laura Abreu, durante quatro meses, período em que Laura administrou o gabinete da parlamentar. A acusação veio à tona em maio, após um site de notícias divulgar prints de uma conversa por aplicativo de Laura com o marido da vereadora, William Sampaio.
No dia 15 de maio, a Comissão de Ética acatou os pedidos feitos pelo suplente Eleus Amorim (Cidadania) e pelo vereador Luís Cláudio (PP), pedindo a investigação da petista. A partir da data, a comissão realizou diversas oitivas com os envolvidos do processo.
Em 17 de agosto, após três meses de investigação, o relator do colegiado da Casa de Leis, vereador Kássio Coelho (Patriota), decidiu pela cassação da parlamentar.
Assim que o pedido foi encaminhado para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) para analisar os pontos legais do procedimento e prestes a ser enviado ao presidente da Casa, o vereador Chico 2000 (PL), a defesa da vereadora conseguiu uma liminar e suspendeu liminarmente o processo de cassação.
Fonte: Isso É Notícia