REDES SOCIAIS

26°C

Pedidos para arquivar apurações sobre Bolsonaro na CPI da Covid são ‘sólidos’, diz PGR ao STF

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email

A Procuradoria-Geral da República voltou a defender nesta sexta-feira (19) que o Supremo Tribunal Federal determine o arquivamento de parte das apurações abertas contra o presidente Jair Bolsonaro e aliados a partir do material reunido pela CPI da Covid.

A vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, afirmou que as manifestações para encerrar os casos foram sólidas, e que uma eventual organização das provas reunidas durante a investigação, a ser realizada pela Polícia Federal, não será capaz de gerar novos elementos.

A CPI pediu ao Supremo que a análise dos arquivamentos seja travada enquanto a PF não concluir a organização do material. Para Lindora, no entanto, a reversão do pedido de encerramento dos inquéritos só seria possível se os senadores apresentassem novos elementos sobre os casos.

A PGR afirma ainda que a própria comissão já entregou as provas ao Supremo, e que os senadores não podem requerer à Justiça novas diligências investigativas.

“Conquanto o relevante papel exercido pelas comissões parlamentares de inquérito no contexto político e jurídico da República, seus membros, Presidente, Vice-Presidente e Relator não estão investidos de poderes para vindicar diligências no âmbito dos procedimentos investigativos em curso e na iminência de serem arquivados, na medida em que são terceiros desprovidos de autorização legal para intervir como assistente de acusação”.

Veja, na reportagem abaixo, o pedido da PGR para arquivar as investigações e a reação dos membros da CPI da Covid:


window.PLAYER_AB_ENV = “prod”

Inquéritos no STF

A Procuradoria-Geral se manifestou por ordem da ministra Rosa Weber, relatora de parte das apurações iniciadas no tribunal com base no relatório final da CPI. A ministra pediu que a PGR se manifestasse sobre o pedido da comissão de inquérito para travar os arquivamentos.

O encerramento dos casos foi pedido ao Supremo por Lindôra Araújo, que apontou falta de elementos robustos reunidos pela CPI contra os alvos ? entre eles, Bolsonaro e autoridades e ex-ministros do governo.

Das dez apurações abertas a partir da CPI, duas foram arquivadas pelo Supremo. Outras seis tiveram pedido de arquivamento pela PGR; as duas restantes continuam em andamento.

De acordo com a CPI, como a PGR havia requerido que as provas fossem separadas por fatos, imputações e provas a partir do relatório final da Comissão, o encerramento só deve ser avaliado após esta etapa.

Segundo Lindôra Araújo, os pedidos de arquivamento foram feitos a partir da análise individualizada dos casos e da análise investigativa desenvolvida para cada fato.


window.PLAYER_AB_ENV = “prod”

Fonte G1 Brasília

VÍDEOS EM DESTAQUE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS