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Pesquisa que mostra estabilidade na corrida eleitoral causa anticlímax na campanha de Bolsonaro

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A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (28) apontou estabilidade na corrida eleitoral e casou um anticlímax entre integrantes da campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) à reeleição. A avaliação no governo é que Bolsonaro já deveria estar com crescimento mais acentuado neste período.

Conforme o levantamento, o ex-presidente Lula (PT) aparece com 47% das intenções de voto, e Bolsonaro, com 29%. Além disso, Bolsonaro aparece com rejeição muito elevada, e a reprovação ao governo é de 45%, maior patamar da série histórica para um presidente que disputa a reeleição.

De forma reservada, aliados do presidente reconhecem que ele criou uma agenda negativa com os ataques ao sistema eleitoral. Isso ofuscou a chamada agenda positiva, que inclui a redução dos preços dos combustíveis e a aprovação de benefícios como a elevação do Auxílio Brasil para R$ 600.

Até então, toda expectativa na campanha era de crescimento mais vigoroso de Bolsonaro nas pesquisas depois da aprovação da PEC e da visibilidade alcançada com o lançamento oficial da candidatura.

A percepção elevada entre os eleitores de que há corrupção no governo Bolsonaro também acendeu um sinal amarelo na campanha.

“Dessa vez, o próprio Bolsonaro criou uma agenda negativa, que atrapalhou todo o esforço de uma pauta de realizações. É preciso ter cuidado para não errar novamente nessa reta final”, disse ao blog um interlocutor político do presidente.

A percepção é que, ao atacar o sistema eleitoral brasileiro, Bolsonaro acabou unindo setores influentes da sociedade como empresários, artistas, intelectuais e economistas em defesa da democracia, além de reações firmes de confiança nas instituições brasileiras de países como Estados Unidos e Reino Unido. Com isso, houve um isolamento político do presidente.

A expectativa na campanha é que, em agosto, com o pagamento do novo Auxílio Brasil, Bolsonaro terá potencial para crescer nas pesquisas. De todo jeito, a percepção é de que será preciso diminuir a rejeição de Bolsonaro e aumentar a aprovação do governo para a candidatura ficar mais competitiva.

Fonte G1 Brasília

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