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Petrobras: governo insiste em indicar para Conselho nomes que estatal considerou inelegíveis

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O Ministério de Minas e Energia informou nesta quarta-feira (20) que, apesar do comitê de Elegibilidade da Petrobras ter considerado inelegíveis, por conflito de interesses, os nomes enviados pelo governo federal para compor o Conselho da estatal, a pasta irá reencaminhar as mesmas indicações.

Conforme noticiado pelo blog do jornalista Valdo Cruz, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou, no dia 18 de julho, um relatório do Comitê de Elegibilidade que considerou inelegíveis dois nomes indicados pelo governo Jair Bolsonaro para compor o conselho, foram eles: o secretário-executivo da Casa Civil, Jônathas Castro, e o procurador-geral da Fazenda Nacional, Ricardo Soriano.


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Ao todo, o Ministério de Minas e Energia enviou à Petrobras, no dia 21 de junho deste ano, sete indicações ao Conselho de Administração, além do nome de Caio Paes de Andrade ? já eleito presidente da companhia. Os outros cinco nomes indicados pelo governo foram aprovados pelo comitê.

Segundo nota divulgada pelo ministério nesta quarta (20), a pasta ?não constatou os supostos impedimentos apontados pelo Comitê de Elegibilidade da Petrobras”.

O comunicado diz ainda que o ministério decidiu reencaminhar os nomes, pois não foi encontrado “o necessário respaldo legal?.

Na avaliação do comitê de Elegibilidade da Petrobras, pode existir conflito de interesses porque Castro e Soriano, em seus cargos atuais, têm acesso a informações privilegiadas que podem ir contra interesses da Petrobras, favorecendo o governo (acionista majoritário da estatal).

O Comitê de Elegibilidade tem apenas o poder de recomendar a indicação ou a rejeição dos candidatos ao conselho.

A eleição dos indicados ao Conselho de Administração da companhia está marcada para 19 de agosto, durante Assembleia Geral Extraordinária já convocada.

O conselho da Petrobras possui 11 integrantes. Além dos oito indicados pelo governo, há três eleitos por acionistas minoritários, detentores de ações preferenciais e pelos empregados da empresa.

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Fonte G1 Brasília

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