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Por que a troca no Ministério das Minas e Energia não deve mexer com o preço dos combustíveis

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A troca no comando do Ministério das Minas e Energia feita por Jair Bolsonaro (PL) nesta quarta-feira (11) pode ser um sinalização aos eleitores no presidente, mas não deve ter influência no preço dos combustíveis.

Nesta quarta, Bolsonaro tirou Bento Albuquerque e colocou como ministro Adolfo Sachsida, então secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, pasta comandada por Paulo Guedes ? a quem Adolfo é visto como “bem fiel”, segundo fontes.

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A mudança é mais uma em meio à escala de preços dos combustíveis. Além do almirante Bento Albuquerque, o general da reserva Joaquim Silva e Luna foi tirado da presidência da Petrobras e o também almirante e ex-comandante da Marinha Eduardo Bacellar saiu da chefia do conselho de administração da estatal. Estas trocas aconteceram nos últimos meses.

Agora, à frente do MME estará Adolfo Sachsida. Fontes avaliam ele como a um técnico muito alinhado ao Bolsonaro, antes mesmo de ele chegar à Presidência. A proximidade aumentou com Sachsida dentro do governo, mas pessoas próximas consideram que ele “não concordaria com nenhuma intervenção direta” na Petrobras.

“Parecem as demissões na Petrobras. Troca por alguém que apoia a política anterior”, diz essa fonte, que reconhece a alta nos combustíveis como uma questão que “tem incomodado muito o governo”.

O novo ministro deu há poucos meses sua opinião sobre três temas sensíveis: o Vale-Gás, a política de preços da Petrobras e a criação de um fundo estabilizador para amenizar os impactos da alta no preço do petróleo e aumento do Dólar ? bases para o preço dos combustíveis.

“Se eu criar medidas que gerem receio sobre a consolidação fiscal, risco país sobe, real se desvaloriza, combustíveis sobem. Começa com uma medida para reduzir o preço do combustível, mas é equivocada. Vai ter o resultado contrário”, afirmou Sachsida, a jornalistas, em 4 de março.

Fonte G1 Brasília

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