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Prefeitura de Salvador foi avisada sobre evento de Beyoncé na segunda, mas não de presença da cantora

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A cantora norte-americana Beyoncé fez aparição surpresa em Salvador, na Bahia, na noite de quinta-feira (21), pegando – quase – todos de surpresa. Na segunda-feira (18), a Prefeitura ficou sabendo que haveria um evento internacional de Beyoncé, mas não foi comunicada que ela viria em pessoa à capital baiana.

Secretário municipal de Cultura e Turismo de Salvador, Pedro Tourinho contou em entrevista ao estúdio I como foi feito o planejamento do evento, cuja estrutura passou a ser montada quase uma semana antes.

“Essa produção está sendo feita desde sexta-feira (15), mais ou menos. Na segunda-feira (18), a Prefeitura foi avisada que haveria o evento internacional, mas não dizia que ela viria”, afirmou, antes de dizer como conseguiu evitar que a informação vazasse.

“Guardar um segredo da Beyoncé é fácil porque a gente sabe que, se o segredo vazar, vai estragar tudo. Então, a gente foi com muito cuidado”, brincou o secretário.

Mesmo sem saber que a Queen B viria para o Brasil, Tourinho desconfiou que havia algo a mais na produção do evento.

“Antes de ser secretário eu trabalhei com isso, fui empresário de vários artistas, trabalhei com a Anitta por muito tempo. Então é um ambiente parecido. Quando eu comecei a ver a PR [espécie de relações públicas dos artistas], a Ivete, muito tempo em Salvador, passando uma semana, dez dias, para mim ficou um pouco claro que tinha alguma coisa aí”, disse.

O secretário citou as atrações escolhidas por Beyoncé para participar da festa de lançamento do seu filme, o coletivo Batekoo, maior coletivo queer LGBT negro do Brasil, e a Banda Didá, que é uma banda de mulheres negras na percussão.

Segundo ele, as participações ajudam a destacar a cultura negra, objetivo do governo local. “A gente tem feito um trabalho muito grande de posicionar Salvador como a capital afro das Américas, como sendo uma referência de cultura negra e turismo ligado à cultura negra, mas de uma forma que dê protagonismo aos artistas e a quem faz a cultura negra de verdade, que é a população negra”.

Fonte G1 Brasília

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