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‘Prioridade é localizar famílias em áreas remotas’, diz ministro sobre pagamento do auxílio reconstrução no RS

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A Defesa Civil do governo federal se reúne nesta sexta-feira (7) com prefeitos da região metropolitana do Rio Grande do Sul para orientá-los sobre os cadastros do auxílio reconstrução.

Segundo o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, neste momento, a dificuldade é localizar as famílias que moram em áreas remotas e distantes e garantir o pagamento do benefício.

“Estamos auxiliando os municípios a fazer essa busca ativa para identificar quem foi atingido e não foi cadastrado por eles. Em alguns distritos, vilarejos, áreas rurais e locais onde houve deslizamentos de terra”, disse o ministro.

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“Às vezes as prefeituras estão demorando a chegar, mas a força-tarefa é diária para o mapeamento desses locais através dos órgãos que ajudam no monitoramento de desastres. É prioridade fazer esse recurso chegar a todas as pessoas que realmente precisam”, completou Waldez.

Ainda não há um levantamento do total de pessoas desassistidas nessas áreas, mas o objetivo, segundo o governo, é identificar e alcançar todas nas próximas duas semanas.

Até agora, 161 mil famílias das 240 mil cadastradas já foram aprovadas para receber o benefício de R$ 5,1 mil que começou a ser depositado no último dia 30.

A expectativa é que o recurso alcance cerca de 1 milhão de pessoas atingidas pelas enchentes.

“Daremos orientação sobre os cadastros. É preciso ficar atento à mancha de ocorrência de evento para não cadastrar pessoas que não se encaixam nos benefícios”, destaca Waldez.

Devem participar da reunião com os prefeitos o ministro extraordinário de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, além da equipe técnica da Casa Civil, do Sistema da Empresa de Tecnologia e Informação da Previdência (Dataprev) e da Caixa Econômica Federal.

Planos para reconstrução

A ajuda financeira faz parte de uma série de ações voltadas para a reconstrução do Rio Grande do Sul.

Até agora, o governo federal já recebeu 583 planos de trabalho para reconstrução, sendo que 519 foram aprovados e outros 64 estão em análise.

A grande maioria dos planos de reestabelecimento estão voltados, neste momento, para a limpeza pública.

Algumas prefeituras receberão recursos para retirada dos entulhos das ruas e para compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como luvas, botas e máscaras para até quatro pessoas da mesma família.

Além de desobstruir e limpar as cidades, o plano de trabalho para algumas regiões inclui o aluguel de bombas para esgotamento da água das regiões alagadas, além de contratação de serviço de manutenção desses equipamentos.

Segundo Waldez, Porto Alegre e São Leopoldo estão entre as cidades em que o governo federal autorizou fazer planos de restabelecimento, além de uma revisão de estudos e projetos que já existiam antes da tragédia, mas que por ventura tenham sido negligenciados.

“Em alguns locais o alagamento foi por falta de funcionamento do bombeamento, então, será preciso revitalizar esses diques. Em outros locais, a água passou pela rede de drenagem, pela comporta, mas não que ela não seja capaz de segurar, então, aumenta-se a altura do dique. Na região metropolitana têm diques que podem ser melhorados, revitalizados, que é suficiente. Aplica-se a melhor solução de acordo com a realidade. Não tem uma receita única”, explicou Waldez.

Fonte G1 Brasília

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