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Professores de rede estadual paralisam as atividades

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O próximo Conselho de Representantes do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) será nos dias 14 e 15 de maio, na sede central do Sindicato, em Cuiabá. Na pauta debatem os desafios contra o desrespeito dos governos estadual e municipais aos direitos dos profissionais da educação. Este mês, data-base da rede estadual, a luta foi intensificada com paralisação no dia 16 de maio, para cobrar do governo Mauro Mendes o cumprimento da recomposição salarial, de no mínimo 21,52%.

“Estamos em busca de um canal de conversação e negociação com o governo para tratar de pautas prioritárias e outras permanentes da categoria. O governador afirma que está aberto a negociar. Vamos cobrar para que isso se configure na prática e avance no cumprimento da recomposição do Piso Salarial Profissional Nacional”, destaca o presidente do Sintep-MT, Valdeir Pereira, sobre a paralisação.

Sintep-MT

A recomposição salarial cobrada na rede estadual tem sido comum também aos trabalhadores da educação nas redes municipais. Contudo, a convocação é para a participação massiva dos trabalhadores das unidades escolares estadual, para fortalecer a luta e organizar a paralisação do dia 16 de maio. “É preciso defender os nossos direitos atacados pelo governo Mauro Mende”, destaca o dirigente.

Desde de janeiro de 2022, o Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) foi corrigido em 33,24%, após dois anos sem nenhuma valorização. O percentual tem como base o valor do custo aluno ano repassado pelo Fundeb. O piso nacional, agora de R$ 3.845,63, é o balizador para a correção dos pisos salariais em todo o país. https://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-5072969274951720&output=html&h=280&adk=3227503605&adf=921108007&pi=t.aa~a.2470000188~i.8~rp.4&w=850&fwrn=4&fwrnh=100&lmt=1652122050&num_ads=1&rafmt=1&armr=3&sem=mc&pwprc=6306948050&psa=1&ad_type=text_image&format=850×280&url=https%3A%2F%2Fwww.issoenoticia.com.br%2Fnoticia%2F69233%2Fprofessores-de-rede-estadual-paralisam-as-atividades-no-dia-16&fwr=0&pra=3&rh=200&rw=850&rpe=1&resp_fmts=3&wgl=1&fa=27&uach=WyJXaW5kb3dzIiwiMTAuMC4wIiwieDg2IiwiIiwiMTAxLjAuNDk1MS41NCIsW10sbnVsbCxudWxsLCI2NCIsW1siIE5vdCBBO0JyYW5kIiwiOTkuMC4wLjAiXSxbIkNocm9taXVtIiwiMTAxLjAuNDk1MS41NCJdLFsiR29vZ2xlIENocm9tZSIsIjEwMS4wLjQ5NTEuNTQiXV0sZmFsc2Vd&tt_state=W3siaXNzdWVyT3JpZ2luIjoiaHR0cHM6Ly9wYWdlYWQyLmdvb2dsZXN5bmRpY2F0aW9uLmNvbSIsInN0YXRlIjoyOSwiaGFzUmVkZW1wdGlvblJlY29yZCI6dHJ1ZX1d&dt=1652121280908&bpp=8&bdt=36328&idt=8&shv=r20220505&mjsv=m202205030101&ptt=9&saldr=aa&abxe=1&cookie=ID%3D0e58fe28f6d953ff-22eb80712a7c00f6%3AT%3D1652121252%3ART%3D1652121281%3AS%3DALNI_MYZEbU0AfREElgOX12FHkEPcDPv3w&prev_fmts=0x0%2C1349x657&nras=3&correlator=4425536353983&frm=20&pv=1&ga_vid=183910115.1652121253&ga_sid=1652121280&ga_hid=1063341786&ga_fc=1&u_tz=-180&u_his=1&u_h=768&u_w=1366&u_ah=728&u_aw=1366&u_cd=24&u_sd=1&dmc=4&adx=75&ady=2169&biw=1349&bih=657&scr_x=0&scr_y=0&eid=44759876%2C44759927%2C44759842%2C42531549%2C44761043%2C31067401%2C31067418%2C21067496%2C31064018&oid=2&pvsid=726987443688762&pem=52&tmod=1704804588&uas=0&nvt=1&eae=0&fc=1408&brdim=0%2C0%2C0%2C0%2C1366%2C0%2C1366%2C728%2C1366%2C657&vis=1&rsz=%7C%7Cs%7C&abl=NS&fu=128&bc=31&ifi=2&uci=a!2&btvi=1&fsb=1&xpc=VaUiWdD0FP&p=https%3A//www.issoenoticia.com.br&dtd=M

No caso de Mato Grosso, o valor do piso salarial estadual sempre esteve acima do nacional. O resultado da luta histórica dos trabalhadores da educação. Contudo, ao longo dos quatro anos de governo Mauro Mendes, essa valorização foi perdida. “Hoje o piso salarial está com valor menor do que o nacional. Nossa luta é para que o governo equipare o valor estadual aos R$ 3.845,63. Por isso, a recomposição mínima de 21,52%”, esclarece o presidente Valdeir.

Sintep-MT

Durante o Conselho de Representantes os desafios salariais da rede estadual e redes municipais, como o desmonte pedagógico da educação pública estarão em debate. Porém, serão destaque a oferta da profissionalização dos funcionários de escolas públicas, o empobrecimento dos aposentados e pensionistas da educação, após o confisco previdenciário, que retirou 14% da remuneração do segmento, e as eleições do Sintep-MT 2022.

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