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Reunião com embaixadores para atacar as urnas atrapalhou Bolsonaro, avalia QG da reeleição

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O QG da reeleição de Jair Bolsonaro (PL) avalia que a reunião com embaixadores estrangeiros atrapalhou a pré-campanha do presidente à reeleição.

Pesquisas internas feitas pelo grupo indicam que era para Bolsonaro que o episódio pode tirar dois pontos ou mais nas intenções de votos.

Na terça-feira (18), Bolsonaro repetiu, sem provas, suspeitas já esclarecidas sobre unas eletrônicas para dezenas de representantes de governos internacionais.

Os articuladores dizem que houve não só desgaste na imagem do presidente como o encontro tirou foco de pautas positivas ao governo – redução dos combustíveis e diminuição da inflação. Os temas eram comemorados e geravam certo otimismo.

A interlocutores, Lira explica silêncio

A interlocutores, Lira tem repetido que cansou de defender as urnas eletrônicas, que o faz em todas as oportunidades e que ninguém lembra que ele enterrou a PEC do voto impresso.

Quando perguntado sobre por que não comentou reunião dos embaixadores, o presidente da Câmara repete nos bastidores que não tem nada a falar, pois já deixou claro que a pauta deveria ser economia, combustíveis e não urnas.

Além disso, Lira lamenta a volta do tema, pois tentou intermediar diálogo entre Judiciário e Bolsonaro – a última reunião ocorreu na casa do parlamentar.

Mas, reservadamente, ele relata a aliados que Bolsonaro disse que a reunião com os embaixadores aconteceria por causa de Fachin.

Lira lamentou o que chama de “erro de dois lados”. O Tribunal Superior Eleitoral faz a reunião com embaixadas ao menos desde 2011, ano em que não houve eleição.

Apesar do silêncio, Lira repete a interlocutores que a chance de qualquer golpe é “zero”.

Fonte G1 Brasília

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