REDES SOCIAIS

14°C

Senado adia para depois da eleição sabatina de indicados por Bolsonaro ao STJ

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp
Share on email

Em reunião com líderes do Senado, em Brasília, os parlamentares decidiram adiar para depois da eleição a sabatina com os indicados pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A decisão, por 7 votos a 5, definiu que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) só poderá sabatinar os indicados presencialmente e que seria difícil ter quórum durante a campanha.

No entanto, há uma articulação nos bastidores, feita por parlamentares e integrantes do Judiciário contrários às entradas de Paulo Sérgio Domingues e Messod Azulay Neto no STJ. A tentativa é de arrastar o processo até que o próximo presidente da República possa retirar as indicações e mandar novas.

Durante a reunião dos líderes, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) propôs que só fosse feita a sabatina na CCJ e que fosse deixada para depois da eleição a avaliação no plenário. Mas nem assim conseguiu ter a maioria a favor.

Para assumirem cadeiras no STJ, os ministros precisam ter os nomes aprovados por maioria na CCJ e no plenário do Senado.

A indicação dos dois desembargadores federais para vagas no Tribunal escancarou um embate no Supremo Tribunal Federal (STF).

O ministro Gilmar Mendes apoiava o desembargador Ney Bello, mas o ministro Kassio Nunes Marques acabou barrando a indicação por ser adversário de Ney Bello.

Em conversa com aliados ao justificar as escolhas, o presidente Bolsonaro afirmou que se alinhou a Kassio Nunes Marques porque o ministro é quem tem se esforçado para proteger as demandas do Palácio do Planalto no Judiciário.

Fonte G1 Brasília

VÍDEOS EM DESTAQUE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS