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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou o julgamento do recurso do ex-deputado federal Neri Geller (PP) contra sua cassação, no segundo semestre do ano passado. A votação acontecerá em julgamento virtual da Suprema Corte, com início marcado para a próxima sexta-feira (8) e conclusão no dia 15 deste mês.
A cassação e, consequentemente, a inelegibilidade de Neri foram os principais fatores que o impediram de assumir um cargo no governo do presidente Lula (PT), sendo impedido de assumir pela Casa Civil.
Em sua banca de defesa, o ex-federal tem juristas renomados, como Rodrigo Mudrovitsch e Gustavo Teixeira Gonet Branco, filho do procurador da República, Paulo Gonet, indicado por Lula para assumir a Procuradoria Geral da República (PGR).
Nos bastidores da política, o julgamento é visto como uma possibilidade de “redenção a Neri Geller que, caso consiga mudar a decisão que o cassou, poderá assumir algum cargo estratégico no governo federal ou até no Ministério da Agricultura, comandado pelo também mato-grossense Calos Fávaro (PSD).
A CASSAÇÃO
Após ter o mandato cassado em agosto de 2022, perto da “largada” das eleições, Neri Geller, que até então era pré-candidato ao Senado, não conseguiu levar adiante sua candidatura, visto que perdeu apoio e ficou proibido de usar recursos do fundo eleitoral para sua campanha. Sem segurança jurídica, o político viu sua campanha ir por água abaixo.
Após a cassação, Geller também ficou sem espaço dentro do Partido Progressista (PP), onde era presidente estadual, perdendo o posto e a influência dentro da agremiação em MT com decisão da Justiça Eleitoral.
A cassação do ex-deputado ocorreu após o Ministério Público Eleitoral o acusar de triangulação financeira durante a campanha de 2018, além de abuso de poder econômico, culminado com a prática de arrecadação de gastos ilícitos.
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Neri realizou doações na campanha de 2018, que totalizaram R$ 1,327 milhão, em favor de 11 candidatos que concorreram ao cargo de deputado estadual. Somados aos próprios gastos de Neri, que foram declarados no valor de R$ 2,4 milhões, o total ultrapassa o teto de gastos de campanha, estipulado em R$ 2,5 milhões.
Em resposta, Geller negou as acusações e diz que o recurso recebido seria referente a transações comerciais, já que é produtor rural.
Fonte: Isso É Notícia