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TSE rejeita proposta de palanque dividido entre pré-candidatos ao Senado

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) descartou a possibilidade de partidos políticos fazerem coligações diferentes para lançar candidatos ao Governo e Senado nestas eleições. A sugestão partiu no início da semana, em um parecer, do vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco.

A ideia era abrir caminho para que o atual governador e quase confirmado pré-candidato à reeleição, Mauro Mendes (UB), pudesse ter mais de um candidato ao Senado em seu palanque. Enquanto os principais nomes na corrida ao Senado cortejam o governador, seria esta uma maneira de Mauro adotar a estratégia “tem pra todo mundo”, desde que os partidos lançassem candidatos ao Senado sem coligações, de forma isolada.

Em contrapartida, para Mauro seria a garantia de apoio de praticamente todos os grandes partidos de Mato Grosso: PL, UB, MDB, PP, PSB, PSD e Republicanos. Todos pretendem seguir no projeto de reeleição do atual governador. A divergência se dá nos nomes ao Senado.

Neste momento, o cenário mais concreto é do atual senador e líder do PL, Wellington Fagundes (PL) – nome apoiado pelo presidente da República Jair Bolsonaro – compondo com Mauro o palanque bolsonarista. Outros pré-candidatos ao Senado, porém, ainda sonham com uma aliança junto ao governador. Neri Gueller (PP) e Natasha Slhessarenko (PSB).

“Caso os partidos A, B, C e D decidam coligar também para o cargo de Senador da República, tal aliança deverá ocorrer necessariamente no âmbito da mesma coligação formada para o Governo do Estado, porquanto permitida uma única coligação majoritária na mesma circunscrição”, diz o parecer, assinado pela assessora-chefe da Assessoria Consultiva do TSE, Elaine Carneiro Batista Staerke de Rezende em resposta à ideia.

No parecer, ela aponta que a mudança na legislação evidenciou a preocupação na consolidação de arranjos partidários mais coerentes, contemplando estruturas político-partidárias com afinidades que permitam uma união duradoura e proficiente. A consultora aponta ainda que estas convergências nos ideais, em programas e projetos, são capazes de permitir uma aliança que extrapola a eleição e se estabelece na atuação política dos envolvidos, nos legislativos e cargos políticos que venham a ser ocupados.

Fonte: Isso É Notícia

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