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Vorcaro diz que avisou o BC sobre viagem e que nem nos piores pesadelos esperava ser preso

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Em depoimento à Polícia Federal (PF), o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, disse que avisou o Banco Central sobre a viagem que faria ao exterior quando foi preso, no dia 17 de novembro.

O blog teve acesso à transcrição do depoimento dado em dezembro à delegada da PF responsável pelo caso.

No depoimento, o dono do Master afirmou que, durante uma reunião por videoconferência com o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos, comunicou expressamente que viajaria ao exterior naquela mesma data, horas depois.

Ele citou também um aviso que teria feito à própria Polícia Federal na semana anterior.

O banqueiro disse que foi pego de surpresa pela operação para prendê-lo no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e pela decisão do Banco Central de liquidar o Master na mesma data.

Segundo ele, nem nos seus piores pesadelos ele imaginava ser alvo de um mandado de prisão. Ele disse que as suspeitas de que estivesse fugindo estão completamente fora de contexto.

Segundo o banqueiro, a viagem ao exterior já estava planejada.

Ele disse que havia viajado a Dubai na semana anterior porque estava fechando a venda do Master a um consórcio com a participação de investidores dos Emirados Árabes Unidos, a Fictor Holding Financeira.

Os investigadores, no entanto, consideram que ele estava tentando fugir após anunciar o acordo com o grupo Fictor.

Vorcaro afirmou que, no seu entendimento, a venda do Master ao Fictor representava um final feliz para o sistema financeiro, que foi interrompido pela operação da PF.

O Banco Central decretou a liquidação do Master em novembro sob o argumento de que o banco não tinha mais condições de honrar seus compromissos e havia cometido fraudes financeiras.

Quando um banco é liquidado, ele deixa de existir, na prática. Os investidores podem ser ressarcidos pelo Fundo Garantidor de Créditos, no limite de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ.

Atualmente, Vorcaro está em prisão domiciliar e é monitorado por tornozeleira eletrônica. Ele ficou 12 dias detido em um presídio de São Paulo.

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Fonte G1 Brasília

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