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O União informou que chegou a um acordo para encerrar cerca de 35 execuções trabalhistas, que somam aproximadamente R$ 2,5 milhões. A medida faz parte do processo de reestruturação fora de campo e é tratada como um passo importante para a reorganização financeira da instituição.
De acordo com o clube, as ações trabalhistas vinham causando dificuldades, como ordens de penhora, restrições no recebimento de receitas e impedimentos para a captação de recursos, patrocínios e verbas públicas.
– Nessa semana a gente conseguiu fazer acordo com todos os credores trabalhistas. São cerca de 35 execuções que o União tinha contra o clube e isso gerava diversas dificuldades ? afirmou o presidente Paulo Roberto Barrionuevo Jr.
Segundo o dirigente, a negociação foi conduzida em conjunto com o Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, em audiência com a participação dos credores e advogados.
– Depois de muito esforço, a gente conseguiu, junto ao TRT da 23ª Região, em uma audiência conjunta com os credores, fazer um acordo que englobasse todas essas execuções para colocar fim nesse passivo trabalhista – disse.
O clube também destacou que a falta da Certidão Negativa de Débitos (CND) era um dos principais entraves administrativos.
– A gente não tinha a CND, e isso atrapalhava demais o clube. Agora, com esse passo, a gente consegue estruturar projetos para captação de recursos, por exemplo, por meio da lei de incentivo ao esporte – completou o presidente.
Com a regularização, o União projeta retomar a credibilidade no mercado e ampliar as possibilidades de investimento, além de estruturar novos projetos institucionais.
Na última temporada, o clube chegou a vender o mando de campo contra o Vasco da Gama, pela Copa do Brasil, para o Espírito Santo, em meio a dificuldades financeiras. A partida foi disputada no Estádio Kleber Andrade.
– Esse é um grande passo para o futuro do União, para a reestruturação financeira e institucional e para resgatar a credibilidade do clube – finalizou Barrionuevo.
Fonte GE Esportes