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Aplicativo deve ser criado para denunciar ameaças de massacre, confirma Botelho

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Uma força-tarefa entre instituições está formando um protocolo em relação às ameaças ou mesmo ataques nas escolas de Mato Grosso. A Secretaria de Estado de Educação realiza uma audiência com o Ministério Público para discutir protocolos de segurança. Uma possibilidade é a criação de aplicativo para que as escolas denunciem os casos.

“Podemos pensar em uma forma de criar um aplicativo, uma coisa assim, para que as pessoas denunciem pessoas que vão armadas, denunciem ameaças nas escolas. Temos que criar essa ferramenta. Essa ferramenta será discutida com o secretário Alan Porto, com o Ministério Público e a Assembleia Legislativa vai participar dessas discussões”, confirma o presidente da Assembleia Legislativa Eduardo Botelho (União).

O secretário de Educação Alan Porto enfatiza que o assunto já vem sendo debatido nas escolas. “Alguns treinamentos já estão sendo promovidos junto das escolas. Alguns investimentos para como se comportar diante de uma situação dessa. A Secretaria está trabalhando em parceria com a Segurança”.

O secretário faz um alerta para que se algum fato ocorrer dentro da unidade escolar, a diretoria e a coordenação não deve manter em sigilo, deve imediatamente comunicar às autoridades competentes. “A orientação da Secretaria de Educação é de qualquer fato, de portar arma branca, arma de fogo, imediatamente faça um boletim de ocorrência, acione a diretor”, complementa Alan Porto.

Ameaças

A Polícia Civil têm atuado na investigação de mensagens publicadas com ameaças a escolas.As ações integram a Operação Escola Segura, desencadeada na última semana pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em parceria com os estados.

A mobilização nacional inclui ações preventivas e repressivas contra possíveis ataques a escolas em todo o país.

Em Mato Grosso, as investigações são coordenadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), em apoio às delegacias dos municípios onde houve registros de mensagens contra escolas publicadas em redes sociais.

Fonte: Isso É Notícia

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