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Depoimento do pai de Cid foi recado para filho seguir colaborando, avaliam aliados do ex-ajudante de ordens

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O depoimento do pai de Mauro Cid, o general Lourena Cid, foi um recado para o filho seguir colaborando com a Polícia Federal. Para aliados do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), a PF fez questão de ouvir o pai antes de o filho prestar novo depoimento.

Mauro Cid ainda deve explicar aos investigadores como se deram as articulações que levaram ao vazamento de áudios em que ex-ajudante de ordens faz críticas ao ministro Alexandre de Moraes e à PF, e coloca dúvidas sobre o que ele mesmo falou na delação.

Ao ser chamado no gabinete de Moraes na semana passada, Mauro Cid reafirmou o conteúdo da sua delação, em sinal de que não pretende recuar para proteger totalmente o ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem ainda mantém uma reverência. E saiu preso do local.

Diante da reconfirmação, os investigadores esperam que Cid revele tudo o que sabe sobre a divulgação dos áudios.

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A PF quer saber, por exemplo, com quem ele conversava quando criticou Alexandre de Moraes, Polícia Federal e chegou a dizer que os investigadores já tinham uma narrativa pronta para ele assumir.

Além disso, o militar será questionado se o vazamento de áudio foi uma operação para desmoralizar as investigações, e quem teriam sido os mentores da estratégia.

Depoimento do pai

Segundo aliados do general Lourena Cid, o depoimento sobre as negociações de joias de Bolsonaro nos Estados Unidos se deu dentro do esperado, com os investigadores questionando novamente sobre a participação dele.

A PF conseguiu mais informações sobre o que o general fez na negociação das joias do ex-presidente, que podem complicar juridicamente a vida do pai de Mauro Cid, caso a delação do filho seja cancelada.

Esse, segundo aliados do tenente-coronel, é o maior temor dele agora, depois que foi preso novamente: acabar prejudicando o pai e família, após ter conseguido um acordo para poupá-los no inquérito.

Fonte G1 Brasília

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